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25 ABRIL, SEMPRE!



"Apenas quando somos instruídos pela realidade é que podemos mudá-la" Brecht



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4ª Semana Gastronómica de São Bartolomeu de Messines

Wed, 25 Nov 2009 17:28:00 +0000

Porque ainda não consigo disponibilizar no novo blog o folheto neste formato, deixo-o aqui:



novo endereço

Fri, 23 Oct 2009 21:50:00 +0000

A partir de agora o blog passa a estar disponível no Wordpress.

Obrigada.



Tomada de posse da Câmara e Assembleia Municipal do Concelho de Silves

Fri, 23 Oct 2009 16:33:00 +0000

A tomada de posse dos órgãos autárquicos do concelho de Silves teve lugar dia 21, quarta-feira, pelas 17h00m (atrasou-se um pouco, normal nestas coisas de protocolo) na Câmara Municipal de Silves.Estiveram presentes alguns populares a assistir à mesma. Os discursos do presidente da Assembleia Municipal cessante, João José Ferreira, e da reeleita presidente da Câmara Municipal de Silves, Isabel Soares, focaram-se na necessidade de desenvolvimento do concelho, insistindo ambos no futuro que é necessário construir para a geração vindoura. Discursos sóbrios e a puxar pelo sentimento.  Ressaltar ainda, o facto de Isabel Soares se referir às virtudes do Rei Salomão, exprimindo que não almeja ser como ele, mas que espera poder nortear o seu caminho de acordo com os seus ensinamentos. Vejamos o que nos vão reservar estes próximos 4 anos...Fica a sensação que ambos, João Ferreira, e Isabel Soares, querem dar a ideia de um começo novo, como que esperando que as pessoas se esqueçam que o executivo destes 12 anos que passaram era constituído pelo PSD, e que as políticas que foram aprovadas ao longo deste tempo tiveram sempre a votação favorável, ou abstenção do PS, como forma de viabilizar as políticas que foram colocadas em prática e que todos sentimos no nosso dia-a-dia. Ou seja, não podem desresponsabilizar-se das acções que levaram a cabo, e cujas consequências são conhecidas de todos nós. Por outro lado, é sempre possível olharem os resultados eleitorais e daí retirarem as suas ilações, pautando a sua actuação com respeito pela vontade dos que os elegeram para governar.Interessante o discurso de João Ferreira, presidente cessante da Mesa da Assembleia Municipal, após a eleição de Maria José Encarnação. "Podem contar connosco" disse dirigindo-se à Mesa, acrescentando que com a bancada do PS não vão ter lugar traições, "nem vendetas". Discurso negro e penoso, como que a cobrar o facto de ao longo destes anos a bancada do PS ter estado ao lado do PSD, permitindo o trabalho do executivo com o seu apoio na Assembleia Municipal. Esperava, talvez, João Ferreira continuar a presidir à Assembleia Municipal. Esquece-se o PS que a confiança que se deposita muitas vezes se perde pela actuação que se vai tendo ao longo do tempo. Para ser coerente, e tendo em conta o passado recente, João Ferreira só poderia ter sido eleito se o PSD tivesse votado na sua candidatura como forma de reconhecimento pelo trabalho da sua bancada em prol das políticas do executivo.Ao que parece, pelo que se vai lendo nos blogues, incomodam as abstenções que tiveram lugar nesta votação da constituição da Assembleia Municipal. Mas só se vieram da CDU! O facto de o PS  não se ter mostrado força opositora capaz durante os últimos anos não incomoda. Quem faz coligações imorais é a CDU (gostava de saber quais são essas coligações), embora nunca tenho permitido e fomentado a prossecução das políticas do executivo PSD. De facto quem propaga esses discursos são pessoas atentas à vida política do concelho! Pessoas que tentam apagar o papel do PS ao longo destes anos, fazendo da CDU aquilo que não é, nem nunca será, bode expiatório, purga para as culpas dos actos dos outros. O PS teve o seu tempo na Assembleia, aliás não tinha votos suficientes no último mandato para ter eleito o seu candidato per se. Como já referi confia-se em quem é confiável. Um PS que sucumbiu ao PSD durante estes últimos anos não é de todo confiável. Não arranjem desculpas.Mais, ao contrário do que um cidadão menos atento possa pensar, estas eleições, e a sua campanha eleitoral alcançaram em determinados sítios um baixo nível de argumentação, aliás muitas vezes nem sequer política, que muitos se esforçam por apagar. Contudo ela existiu. Os únicos responsáveis são os que a propagaram com ódios, e palavras mordazes, denegrindo aquilo que a política deve ser. Uma arte reguladora de relações que tem como fim a viv[...]



CDU ganha Junta de Freguesia de S. B. de Messines

Mon, 12 Oct 2009 01:52:00 +0000

A equipa está de Parabéns. O trabalho foi recompensado.

Agora trabalhar para a construção de uma freguesia e de um concelho melhores.

Obrigada a todos quantos nos apoiaram e confiaram em nós. Sem vocês não era possível.

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Resultados das Autárquicas em S. B. de Messines

Mon, 12 Oct 2009 01:48:00 +0000


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A alternativa para o concelho é você.

Sun, 04 Oct 2009 22:59:00 +0000

Cada partido, coligação ou movimento de cidadãos tem, ou deveria ter, um projecto, com valores e ideias concisas para a função de governação a que se candidata. Quando já exerceu, ou exerce funções de governo deixou, ou deveria ter deixado obra feita. Obra esta que pode e deve ser analisada à luz do que era e de que modo evoluiu, se é que evoluiu, a freguesia, o concelho, e o país que governou.Proponho assim um exercício: ver o que prometeram para o nosso concelho e freguesias, e depois analisar o que foi efectuado, nos mesmos, nestes últimos 12 anos. Isabel Soares prometia melhorar a estrada Algoz-Messines, está por arranjar. O Porto de Pesca, propagandeado em 2001 aquando das eleições, onde está?! O programa Polis da cidade de Silves continua por cumprir. O desassoreamento do Rio Arade continua por realizar. São Marcos da Serra constava do programa de Revitalização das Aldeias do Algarve mas, em 12 anos, o que assistimos foi a uns fogachos de renovação urbana, sem qualificação ambiental (drenagem dos esgotos para a ribeira), nem criação de equipamentos colectivos (como um Centro de Saúde) e de lazer. Os parques empresariais que poderiam ser os propulsores do desenvolvimento local são um fiasco. A chamada Plataforma Logística de Tunes, em tempos, pensada como de dimensão regional, não passou do papel. Os planos de salvaguarda dos centros históricos de Pera, Alcantarilha e S. B. Messines não foram sequer elaborados e, o de Silves ainda não entrou em vigor. Armação de Pêra, única localidade com praia no concelho, não tem bandeira azul, é a “imagem turística, própria e diferenciada” (Manifesto Eleitoral do PSD em 2001) do Concelho - bem como, o seu planeamento urbanístico desordenado. O comércio local do concelho não conhece desenvolvimento, nem apoio, apenas taxas municipais. A habitação social é parente pobre, sendo uma realidade a ausência da sua existência no concelho. As escolas do concelho deparam-se com falta de condições estruturais e com falta de pessoal. A nível da pré-primária o concelho sofre da falta de instituições que consigam dar resposta ao número de crianças que necessitam desses cuidados, o que leva os pais a terem que inscrever os seus filhos ainda em fase de gestação! O apoio aos jovens é claramente nulo, sem criação de postos de trabalho e serviços, o que os leva a procurar outros locais para residir. Pergunta: se os jovens não têm condições neste concelho como é que ele se pode desenvolver e prosperar? Analisando as (in)diferenças, concluo: o PSD (Isabel Soares e o seu executivo) nunca teve o concelho no coração, nem política de verdade.O PS é descuidado, alheio, inconstante à aplicação da política à vida real. Como oposição ao actual executivo PSD, a participação de Lisete Romão e dos restantes deputados do PS à Assembleia Municipal foi ausente. Permitiu muitas vezes com voto favorável, e abstenções de forma a não se comprometer, a prossecução das políticas de Isabel Soares. Contudo, afirmam que o único voto útil é no PS. Útil ao quê? Continuidade da vida precária que existe no concelho e que o PS ajudou a erigir. Estagnado em condições de saúde, educação, património, cultura, infraestruturas, saneamento básico, etc. A utilidade deveria tê-la conhecido enquanto oposição, como se afirmam. Que utilidade tem se, na prática, não defende os direitos e o progresso da sua população? Que fica calado para poder colher votos ao centro, à esquerda e à direita?Há uma vontade de mudança que tem de ser capitalizada em prol de um desenvolvimento real, que tenha impacto positivo nas nossas vidas e que possibilite o crescimento social, cultural, económico, etc. das nossas freguesias e concelho, e que leve as pessoas a serem realizadas pessoalmente no sentido de aproveitarem e potenciarem as suas capacidades. A CDU é a equipa, com a força e capacidade de trab[...]



Autárquicas do Concelho no Público

Sun, 04 Oct 2009 19:06:00 +0000




Legislativas 2009

Mon, 28 Sep 2009 00:55:00 +0000


A CDU está de parabéns. Subiu a sua votação. Elegeu mais um deputado em Setúbal. Segunda força mais votada em Setúbal, Beja e Évora. Mais que provado fica que a maioria do eleitorado PS não vota CDU.
Como comprovam os resultados pelos círculos eleitorais os votos e mandatos do PS foram divididos à esquerda pelo Bloco de Esquerda e à direita pelo PSD e CDS-PP. Como se pode observar nos círculos de Lisboa, Santarém, Coimbra, Aveiro, Vila Real e Porto.
O Sócrates esforçou-se para passar uma mensagem de vitória, o sapo custa mesmo a engolir.
O facto de o PSD ter tido um resultado pior que o que estava à espera (queria a maioria absoluta, deviam estar doidos...) foi outro sapo.  Não há maioria, o que leva a que tenham que se esforçar para conseguir consensos. Isto é se o PSD não acabar por votar, como quase sempre, favoravelmente as políticas do PS.

CDU avança com toda a confiança. O resultado demonstra o trabalho que tem vindo a ser feito ao longo do tempo. Não é um lusco-fusco derivado de flutuações como as subidas em flecha do Bloco de Esquerda e do CDS-PP ao contabilizarem os votos dos seus "rivais", embora dentro do mesmo género político.

Força para as autárquicas é o que se quer. Amanhã os jornais dirão todos que somos a quinta força mais votada, e que o Bloco passou à frente como forma de tentar diminuir a moral. Ora isso não é pra nos tirar a força, que não contabilizamos votos por causa do mau trabalho dos outros, mas sim pelo bom trabalho que temos feito.

E pra mim, virando-me para a luta que aí vem: consigo faremos a diferença. As freguesias e o concelho merecem melhor :)



Esmiúça os Sufrágios com Jerónimo de Sousa

Tue, 22 Sep 2009 05:37:00 +0000

Face à "esquerda possível" de Manuel Alegre que a apresente como alternativa à direita! "A esquerda possível é a esquerda que defende o sistema nacional de saúde para todos os que não estão doentes".

"A esquerda possível, juntamente com a direita provável e o centro hipotético formam a base de sustentação teórica de quem não tem ideologia nenhuma mas gosta de gritar palavras de ordem".

A falta de originalidade de Sócrates que imitou, 14 anos depois, Durão Barroso a citar "aqui ao luar, ao pé de ti, ao pé do mar" dos Xutos e Pontapés. Tim ainda ridiculariza mais a política de Sócrates. Merecido?! Afinal parece que aquela música recente dos Xutos foi banida das rádios...

No fim a entrevista com a boa disposição de Jerónimo.

Para ver aqui.



Uma boa imagem pode decidir eleições

Fri, 18 Sep 2009 15:13:00 +0000

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Candidatos CDU a São Marcos da Serra

Wed, 16 Sep 2009 02:56:00 +0000




Festa da CDU em São Bartolomeu de Messines

Sun, 13 Sep 2009 03:51:00 +0000

Acabo de chegar a casa. A festa foi entusiasmante. De facto o espírito de partilha e convívio foi, para não variar, revigorante. A freguesia não se tem desenvolvido nos últimos tempos, como não se tem desenvolvido o concelho. Contudo, e independentemente dos resultados eleitorais de Setembro e Outubro, parece que as pessoas sentem uma maior necessidade de se mobilizar, de agir. Nota-se na amálgama de pessoas que hoje vi, e com as quais conversei, até pelos seus diferentes posicionamentos em termos de crenças políticas que não é solução continuar a ignorar o estado actual das nossas condições de vida.Há uma vontade de mudança que tem de ser capitalizada em prol de um desenvolvimento real, que tenha impacto positivo nas nossas vidas e que possibilite o crescimento social, cultural, económico, etc. das nossas freguesias e concelho, e que leve as pessoas a serem realizadas pessoalmente no sentido de aproveitarem e potenciarem as suas capacidades.É importante destacar o papel motivador que estas condições possibilitam. Há necessidade de frontalidade ao combate do amorfismo a que PSD Silves e PS Silves nos querem incutir ao impregnar o nosso cérebro e as nossas emoções de pessimismo quando dizem que são as únicas alternativas. Não há alternativa entre PS e PSD. A política é a mesma. Os candidatos são o que são, passo o cliché! O PSD Silves está estagnado no tempo, com as mesmas promessas que se repetem ciclicamente de 4 em 4 anos. Os quadros que apresenta são, no plano do desenvolvimento do concelho, uma nulidade. Não conseguiram em 12 anos desenvolver o potencial do concelho, das suas pessoas, das condições de vida, dos serviços prestados à população. Já chega desta política errante, desgastante, contrária e desregrada. É tempo de mostrar o que pensamos do seu desgoverno. A única coisa que fazem e que tem projecção é o desporto sénior que tem obrigação de existir, independentemente de qualquer partido que ganhe as eleições. Mais, quem tem 18 anos, 20, 25, 30 a que é que pode aspirar neste concelho? Que perspectivas de trabalho? De cuidados de saúde? E se os jovens não têm futuro neste concelho como é que ele se pode desenvolver e prosperar? Por certo não podem ir todos trabalhar para a Câmara Municipal.O PS Silves é fraco em oposição. Não tem voz una. Reina "a minha facção tem mais votos que a tua". O seu papel enquanto oposição foi tudo menos interventivo, de luta por melhores condições de vida, o que se pode ver pelas votações que legitimaram a vontade do PSD Silves. As votações em que votaram a favor e as em que se abstiveram, quaisquer delas ajudaram o PSD Silves a prosseguir a sua política. Agora fartam-se de afirmar que o voto útil é no PS. Voto útil? Útil ao quê? Continuidade da vida precária que existe em muitas famílias deste concelho? Continuidade da regressão do número de postos de trabalho qualificados neste concelho? Continuidade da falta de condições das nossas escolas? Continuidade da falta de condições de desenvolvimento social, cultural, pessoal dos jovens que aqui nasceram e cujas famílias aqui habitam? A utilidade deveriam tê-la conhecido enquanto oposição, como se afirmam. Que utilidade tem um partido que não defende os direitos e o progresso da sua população? Que fica calado para poder colher votos ao centro, à esquerda e à direita? Hoje foi possível potenciar as ideias, a vontade de lutar, de agir, de fomentar o pensamento crítico. De ver além dos discursos que nos enfiam adentro dos olhos e ouvidos e que esperam ansiosamente que reproduzamos qual papagaios "são todos iguais". EXISTE ALTERNATIVA. EXISTE CAPACIDADE. EXISTE EQUIPA DE TRABALHO. EXISTE ACÇÃO.A freguesia merece melh[...]



2 de Setembro: marco na história e estória de S. B. de Messines

Mon, 07 Sep 2009 01:48:00 +0000

A nossa vila ganhou num dia mais movimento que em quatro anos de mandato PSD Isabel Soares e seu executivo. Vejamos:O museu do traje, e não o denomino de etnográfico pois isso seria um erro crasso dado que etnografia não é um conjunto de trajes... mas sim o estudo da língua, hábitos, religião de um povo, finalmente foi inaugurado no dia 2 de Setembro;O Jardim Francisco Vargas Mogo (nem sei se lhe deram mesmo este nome?!) também foi inaugurado dia 2 de Setembro;A rotunda, que se encontra numa das entradas, do cruzamento S. B. Messines - Algoz - Silves - Albufeira foi finalmente arranjada no dia 2 de Setembro. Aliás, começou a ser arranjada nessa data e a obra continuou no dia seguinte. Tem agora palmeiras e uma oliveira. É a perspectiva etnográfica que se revela logo à entrada da vila (porque em S. B. Messines houve palmeiras em tipos idos por certo, desapareceram tal como o mar e os dinossauros há milhares de anos atrás... e já não terem plantado sequóias...).Não sei se é a agenda de campanha política virada para a população que passa pela concentração de um dia apenas por freguesia, se com a fraca publicitação dos eventos que parecem afinal não serem importantes (talvez até por estas inaugurações serem meramente fachada para a falta de trabalho em 12 anos consecutivos...), e/ou por este executivo ter receio de ser confrontado com a opinião da população da freguesia que existe mais movimento num dia na freguesia que durante o resto do mandato. O que é certo é que é uma falta de respeito a forma como a presidente de todos nós (até dos que não militam o seu partido, nem votaram no seu partido e executivo) trata o cidadão comum, gozando com as suas dificuldades diárias ao realizar estas inaugurações que não trazem nada de desenvolvimento social, cultural, e económico à freguesia, nem ao concelho.Já para não falar do nosso presidente de Junta de Freguesia, que até nem é do PSD, mas sim do PS, que anda sempre a reboque das políticas PSD da CMS Isabel Soares, ou será que a agenda do PS Silves é a mesma que a do PSD Silves?! Para capitalizar os votos juntam-se todos. Às tantas acha que o Jardim também é obra da Junta de Freguesia... Seja como for, e como já muitos conterrâneos meus informaram, o jardim é um perigo para as crianças, será que está licenciado com aquelas quinas vivas?! E a piscina?! Piscina ou lago?! Agora já tem sinalética a informar que é proibido tomar lá bannho. Não sei se foi colocada só no dia 2 de Setembro para a inauguração ou antes?! Depois sobre o dito museu uma curiosidade. Foi cedida casa ao Rancho Folclórico por cinco anos. Estão a pensar dotar o Rancho de outro espaço ou é mais estratégia de apoio à cultura para capitalizar votos? Eu se fosse do Rancho tinha participado na inauguração do Jardim com este tipo de tratamento dia de são nunca. Umas instituições são filhas, outras enteadas, que é para não fugir à política que se tem com os cidadãos. Ao menos aí há coerência. Outras instituições há que têm apoio por 75 anos, como a Extremo Sul. Pode ser que a decisão se prenda com o facto de acharem que os membros desta última tenham maior longevidade que os do Rancho Folclórico. As associações são para apoiar e fomentar para que haja desenvolvimento local e regional. Não existem para terem tratamento diferenciado pela negativa. Faz-me lembrar as doações da Junta de Freguesia à paróquia em S. B. de Messines, queria ver se as outras Igrejas dos outros credos viessem pedir apoio como é que se desenrascavam (se o Estao é laico é obrigação moral tratá-las também por igual). De facto abunda a coerência dos cidadãos de primeira e segunda, das associa[...]



Desenvolvimento Pessoal

Mon, 31 Aug 2009 01:55:00 +0000


Daniel Sá Nogueira


We Create Grande Formador, Motivador, Impulsionador
Grande Equipa


Cumplicidade, Criatividade, Energias Positivas, Partilha.

Gavetas Arrumadas, Gavetas por Arrumar. Pensamento, Pensamento Criativo.

Colocar em Causa, Agir.

infelizmente só consegui ir um dia. Gostei bASTANTE.


Devia pedir à REMAX uma tabuleta: EM ARRUMAÇÕES!






serão questiúnculas?!

Wed, 12 Aug 2009 03:52:00 +0000

O executivo da Câmara Municipal de Silves está sempre a apregoar que quer o desenvolvimento do Concelho, aliás o Plano Estratégico de Desenvolvimento de Silves é só propostas!!!!!!!!!!!!!!Contudo na Feira Medieval que está a decorrer, vejamos:Animadores de rua espanhóis (não que tenha nada contra espanhóis). Será que não podiam ter envolvido os alunos de artes da Secundária de Silves, e os artistas performativos do Concelho? Talvez não...Bancas a vender ginginha de Óbidos por comerciantes de Óbidos (gosto de ginginha de Óbidos e não tenho nada contra as suas gentes). Será que não temos licores produzidos no concelho a que deveria ser dado o devido destaque ao invés de promovermos outros que também são promovidos nas suas feiras medievais? Queremos dar a conhecer os produtos do nosso Concelho e Região ou de outros concelhos e regiões? Deixa ver a aguardente de figo é capaz de não ser produzida no nosso concelho, nem a aguardente de medronho, nem o medronho?! Nem devem ser algarvios!!!!!!!!!!!!!!!?Doçaria algarvia pouco lá se viu! Havia doçaria conventual mas não da nossa região ou concelho. Temos poucos doces, percebo. Nada que valha a pena conhecer: bolos de doce fino, dom rodrigos, morgados, queijos de figo, folhados de messines, etc.Desta feita uma feira medieval é igual em Silves como o é em qualquer lado. Isto se não apostam nos produtos que o concelho e a região tem para oferecer. Já estou mesmo a ver uma Feira Medieval em Messines, franchising! Não temos Castelo mas temos as grutas do Remexido!Dá que pensar o impacto vs. a ilusão que um evento destes cria no real tecido económico dos produtores e comerciantes locais. Dá ainda que pensar o facto de a estratégia de marketing político montada ser sempre a mesma de 4 em 4 anos. Este ano sabemos que "Isabel Soares fará uma campanha virada para a população, (...) deixando para segundo plano os exagerados cartazes de rua (...) uma campanha com poucos gastos (...) apoiando-se muito nas suas ideias e convicções a colocar em prática nos próximos 4 anos (...) uma campanha com projectos credíveis e possíveis de executar (...) não irá fazer promessas que não consiga cumprir" . Depois de doze anos de real governação como se pode afirmar de plena consciência o que acima foi citado, acrescentando ainda que "as obras feitas durante os seus doze anos de mandato poderão garantir de todo a sua reeleição". QUAIS OBRAS?????????????A estratégia de marketing político e eleitoral que Isabel Soares e o seu executivo seguem é ciclíca. Chegado o ano das eleições volta a prometer o que nunca começou, ou o que continua por acabar ao fim de 12 anos. Como se vê, e ao contrário do afirmado, o marketing eleitoral e político traz resultados políticos vitoriosos. Aliás durante todos estes anos só fez campanha política e não política real. É só show-off. De concreto, zero.O gosto pelo marketing é tanto que pela primeira vez um executivo camarário contratou uma empresa de marketing e publicidade, a HPP Euro RSCG para a campanha Faz-te à Vida - programa desportivo da Câmara Municipal, anunciando-o como um grande benefício para a população do Concelho. Falta é saber quanto custou, e dizer que o executivo preocupa-se tanto com a condição física dos seus munícipes que tem dinheiro para campanhas mas não disponibiliza autocarros para as pessoas frequentarem as marchas efectuadas aos domingos. É este o executivo que quer lutar contra o sedentarismo. OU SEJA, PROPAGANDEIA MAS NÃO EXECUTA.Querem melhor exemplo de marketing político e eleitoral que este?! Fica a noção de que no fundo não há compromisso, ao fim [...]



O nosso concelho não está condenado ao marasmo

Wed, 22 Jul 2009 16:00:00 +0000

Começo por agradecer o convite e relevar a oportunidade que nos foi dada, e aos restantes partidos políticos, pelo Jornal Terra Ruiva de comunicar com os seus leitores. De com eles partilhar a nossa visão acerca das autárquicas que se avizinham e, mais especificamente, acerca da autarquia de Silves. A importância das autarquias em democracia reveste-se de grande significado dado o carácter autónomo e representativo das mesmas. Carácter representativo pois são dotadas de território e população específicos. Carácter autónomo a nível da gestão económica, patrimonial, e de recursos humanos. O que nos leva a discutir, no dia-a-dia, as opções políticas e práticas que são tomadas e executadas na nossa autarquia municipal Silves, bem como nas freguesias que a constituem: São Marcos da Serra, São Bartolomeu de Messines, Algoz, Tunes, Alcantarilha, Pêra, Armação de Pêra, e Silves. Porque nos interessa essas opções? Interessa-nos pois são elas que possibilitam, ou não, o desenvolvimento e o progresso da educação e da saúde no concelho que habitamos, o nosso desenvolvimento sócio-económico, o ordenamento do território das nossas localidades, a existência de saneamento básico e abastecimento efectivo e funcional, e as condições ambientais e de desenvolvimento pessoal, como a cultura e o desporto. Residimos, hoje em dia, num concelho onde a resposta às necessidades acima levantadas, que são da competência da Câmara Municipal, não obteve atitude conforme, apesar dos 12 anos de governação ininterrupta do PSD quer no executivo camarário, quer na assembleia municipal. Doze anos de governação sem progresso e desenvolvimento, mesmo sendo o último mote eleitoral (autárquicas 2005) deste executivo camarário “com Silves no coração”. Parece que este amor é daqueles sado-masoquistas: “quanto mais me bates, mais gosto de ti”. O que nos leva ao facto de gostar não ser suficiente, e até duvidar desse gostar. Quem tem alguém no coração preocupa-se, cuida, nutre, no fundo ajuda a crescer, a desenvolver e a progredir. Preocupa-se com a saúde do concelho e dos seus munícipes todos os dias, não faz consultas e operações de charme de quatro em quatro anos. É tempo de reflectir e ponderar um romance constituído e fundado em aparências, eventos fortuitos como marchas, aulas desportivas grátis em dia de eleições legislativas, inauguração de início de obras, projectos anunciados todos os fins de mandato/início de campanhas eleitorais, como o parque das feiras em S. B. de Messines, o museu do azeite em S. Marcos, etc. que não chegam a ser concretizados. Nem mesmo com a posição geoestratégica que ocupa no Algarve, como este executivo já admitiu, o concelho e a população atingiram um nível de desenvolvimento sustentável. De facto não há uma relação saudável quando tudo se promete e nada se executa. Quando falamos e não nos escutam. Quando tomamos decisões e elas não são respeitadas. Estes doze anos têm sido assim. Solução? O concelho não está condenado ao marasmo em que se encontra. Existem pessoas competentes, responsáveis, coerentes, activas, cheias de energia, dinâmicas, experientes em diversas áreas: sociais, económicas, culturais, conhecedoras das diversas realidades do concelho que apresentam uma alternativa real às actuais políticas camarárias desconcertantes, incoerentes, e irresponsáveis do executivo PSD. A robustez dessas pessoas, dessa equipa, reside no envolvimento da população, da sua auscultação e escuta, da sua participação nas tomadas de decisão, e na execução prática das mesmas. Essa [...]



Os verdadeiros democratas

Fri, 17 Jul 2009 10:50:00 +0000

Alberto João Jardim e o Prof. Paulo Pinto Albuquerque acham que o comunismo deve ser proibido, pois devem ser proibidos os regimes totalitários.

Deviam ler primeiro o manifesto do Partido Comunista Português. Ah! Convinha, se não fosse pedir muito, que conhecessem a história de Portugal, principalmente o período do fascismo e da sua oposição.

Lembro depois que há uns anos houve alguém, claro PSD, que queria parar o país durante 6 meses para "arrumar a casa". Parece que esta agenda escondida não foi colocada de parte, e que estes senhores (as) que aqui refiro têm a mesma a cumprir.

Depois deviam olhar para o que se passa na Madeira. Discursos racistas e xenófobos não são proibidos pela nossa constituição? Ah! Mas o fascismo também é, e depois temos um PNR!!!!!!! Existem constitucionalistas que só falam do que querem, só reparam no que querem, e esperam que os outros se façam de burros.

Se a consciência política, e de cidadania fosse assim tão grande Alberto João, homem com ideais e ideais tão vincadas, às quais é fiel, já teria, das duas uma, mudado a sua forma de governar, ou demitido-se. Afinal é contra regimes totalitários!



Declaração de princípios

Sat, 11 Jul 2009 17:28:00 +0000

Por causa do comentário em baixo, acho por bem declarar os princípios deste blog." Anónimo disse...CDU e BE a vergonha de Portugal, porque será que na maioria dos paises da Europa não há comunistas no parlamento sequer e aqui há?! vergonha queriam uma nova cuba em Portugal não era? agora fazem-se de pseudo democratas.Mas calma que o PNR cresce e o povo português não é cego.Portugal aos portugueses"A partir de hoje começo a moderar os comentários. Não sou a favor do uso das novas tecnologias de informação para incitação à violência, discriminação, racismo, xenofobia, etc. Ou seja, qualquer ideia que veicule o menor dos respeitos pelo ser humano, e pela humanidade que deveria existir em todos os indivíduos não tem espaço neste blog. Apelo às pessoas que fazem os seus comentários a dar a cara pelas suas palavras. Elas têm uma força, veiculam um discurso e possuem a dinâmica de transformar a forma de pensar das pessoas que as lêem. Não há motivos hoje em dia para não dar a cara pelas nossas ideias, se excepções houver, lembro que quem cala consente o estado de silêncio e medo a que se remete. O mundo só muda se houver pessoas dispostas a tal. Os anónimos carecem dessa qualidade! Não devem querer que as pessoas colem os seus discursos à sua imagem para que passem despercebidos no meio da multidão e continuem a enganar os mais incautos.Este blog é a favor da existência de partidos democráticos, ou seja, aqueles que conseguem respeitar e dinamizar o mundo dentro do espírito do respeito pelos homens, culturas, ideias e ideais de outros. E como os partidos são formados por pessoas, respeita este blog as pessoas que estão imbuídas desse mesmo espírito.Recomenda, este blog, a vergonha a quem não dá a cara pelos seus ideais e ideias veiculando o seu discurso de ódio na esperança de que a semente pegue. Mais, para se ter ideias é preciso saber porque as temos, assim sendo convido estas pessoas a fazer um exercício socrático e a questionar as suas motivações, origens, pré-requisitos, esquemas mentais e afins. Pode ser que encontrem as respostas para tamanho sentimento de mau-estar com o mundo.Para finalizar, depois das considerações que fulano anónimo teceu, consegue perceber, espero para sua saúde mental, que o pseudo-democrata aqui é o senhor. Considero ainda que tem sorte em viver na época em que estamos. Na antiga Grécia provavelmente não seria um cidadão. Hoje em dia, mesmo que tenha nascido em Portugal, talvez não seja cidadão português. Não reconheço nos meus cidadãos congéneres tal carácter repugnante, falta de amabilidade, hospitalidade, bom senso, etc.Por o povo português não ser ignorante é que é esperado que recordem o legado de mais de 40 anos de fascismo, dos que o praticaram, o que custou, e onde nos trouxe. Viva o 25 de ABRIL. Viva a democracia.[...]



Coligações: não há coincidências!

Wed, 06 May 2009 01:17:00 +0000

Porque a política dos partidos tem um fundo ideológico, uma prática, uma vivência e não difere por causa das pessoas, mas sim pelo programa que tem ou não tem definido, e porque não poderia concordar mais:“Muito se tem falado da dita convergência de esquerda para a C.M. Lisboa para evitar a vitória de Santana Lopes. Terá sido talvez inspirado nisto que também em Silves foi lançado um processo idêntico nos contornos, mas mais limitado na projecção.  Em Lisboa, para o efeito, contaram com noticias que davam conta que Jorge Sampaio via bem tal dinâmica. O próprio apareceu a explicitar a sua opinião favorável. Em torno disto, várias foram as noticias que procuraram carreirar para o PCP e para a CDU a responsabilidade de tal não se vir a verificar, sendo que o PCP sempre disse que não nos move as contas em torno de lugares, mas a discussão em torno do projecto e que não é essa a discussão que está lançada.  Agora, Jorge Sampaio aparece a defender a tese de um Governo do bloco central – PS/PSD. Temos portanto, que Jorge Sampaio defende a convergência à esquerda para Lisboa e a convergência à direita para o Governo. Como ficamos?  Ficamos, desde logo, com a certeza de que, afinal, tinham sentido as observações do PCP. E ficamos, a seguir, com a certeza de que o ruído em torno da referida convergência, não assenta em nenhuma opção de fundo quanto a um outro rumo para a política nacional. Por fim, ficamos com a ideia de que tais operações, com o sempre necessário suporte de alguma comunicação social, visam não a real convergência à esquerda, mas mais uma vez atacar o PCP, transmitir do PCP e da CDU a imagem de uma força sectária, fechada, etc., etc..  A tese agora expendida por Jorge Sampaio de um Governo do denominado bloco central – PS/PSD, justificada pela governabilidade do país, nada tem inovador. É o mais do mesmo que tem governado o nosso país ao longo dos últimos 30 anos. O PS e o PSD, sozinhos ou coligados, sempre se entenderam nas políticas fundamentais, na distribuição dos lugares – administradores de empresas, cargos públicos, etc. E tem sido a política saída dessa partilha, que tem vindo a conduzir o país à situação em que está e que as recentes previsões económicas deixam bem patente – aumento da dívida, do déficit, quebra no investimento, enfim, uma situação difícil e que os mesmos se preparam para, mais uma vez pôr os trabalhadores, os reformados, os que menos têm e podem a pagar.  Ora, o que Portugal precisa é de uma ruptura com essa política, é de empreender um novo rumo. Como temos dito: mais do mesmo só pode dar mais do mesmo.  Está nas mãos dos portugueses, com início a 7 de Junho – eleições para o Parlamento Europeu, dar mais força a um novo rumo. Um novo rumo contra a perda de soberania, contra uma Europa cada vez mais militarista, contra a imposição de um Tratado derrotado pelos povos. Um novo rumo que respeite o trabalho e os trabalhadores, promova uma política de justiça social, respeite os valores  constitucionais." Rui Fernandes, responsável pela Direcção Regional do Algarve, do PCP[...]



28 primaveras!

Wed, 08 Apr 2009 02:31:00 +0000

Sete de Abril, dezasseis horas e quarenta e cinco minutos da tarde, vinte e oito primaveras cumpridas. Compridas também!
Já comi um gelado no Evaristo, apreciei o sol da tarde, a cumplicidade do amor e do conhecimento mútuo. Ouvi as vozes dos que me querem, e a quem eu quero. Os parabéns, as piadas "já estás a ficar velhota". A maluquice do Mogli, o cão beagle que faz parte da família, que nem deve saber o que é fazer anos... Mas que me cumprimentou com tamanho entusiasmo que quase me leva a pensar que sabe!
Com vinte e oito anos acho que já vi e experienciei muita coisa. Passados cinco minutos já estou a pensar no tanto que ainda me falta viver, experimentar, já estou insatisfeita a pensar em tudo o que não vou ter tempo ou possibilidade de ver e viver.
A família que nos ama incondicionalmente, os amigos que continuam a partilhar comigo o amor pela vida, os sonhos, a discórdia das ideias, as discussões acesas. Os anos passam, a família continua com a mesma dimensão, os amigos não aumentaram muito, são mais maduros, o núcleo central é cada vez mais presente, mais sentido, mais crescido, e a idade não poupa nenhum. Sorrio quando penso que uns são mais velhos e outros estão a atingir a mesma idade dentro de dias, semanas. Uns parcos de palavras, na família também, outros têm o dom de me fazer chorar a fio com as palavras que escrevem e ordenam de forma sábia e conhecedora de mim.
Interessante o sentimento de me sentir importante quando me ligam, a forma como me tratam, ouvir as palavras doces, as piadas cúmplices.
Quero-vos sempre perto, quero-me sempre perto de vós. Com palavras ou sem. A vida torna-se importante porque não sou a única a reconhecer-me.
Obrigada a todos pelos momentos, pela plenitude da vivência diária, pela força, por serem.
Beijo
p.s.: um post que não é político!



Alarmistas!

Mon, 16 Mar 2009 01:12:00 +0000

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Comunicação Social e Manutenção da Política Aplicadas ao nosso Concelho!

Wed, 11 Mar 2009 23:21:00 +0000

A importância da comunicação social para os políticos é óbvia. Para ganhar eleições, os candidatos ou os partidos políticos têm de atrair os eleitores. A maior parte das pessoas não está motivada para seguir a vida política atenciosamente (Iyengar & McGrady, 2005). Em vez, elas formam opiniões e preferências baseadas no que vêem e lêem nos meios de comunicação. De resto, os candidatos que gerem melhor, com mais eficácia, os meios de comunicação, são normalmente quem vence as eleições.Como resultado de alterações que ocorreram nas campanhas políticas nos últimos 50 anos, as instituições políticas que tradicionalmente organizavam e agregavam as preferências das pessoas atrofiaram e foram substituídas pelas meios de comunicação (Polsby, 1983). Aliás, o uso/manipulação da comunicação social em promover objectivos políticos é essencial para a sobrevivência política, além de ser prática usual.Com o aumento do número de canais de comunicação, a competição pelas audiências também aumentou, e tal afectou a forma das notícias políticas, ajudando os políticos e os seus partidos a evitar o escrutínio de aspectos importantes respeitantes ao candidato e à forma de governar, tais como posições políticas que permitiriam aos eleitores tomar decisões políticas informadas. De modo crescente, a necessidade de cativar as audiências tomou precedência sobre a "antiga" norma jornalística de informar os leitores/visionadores (Kalb, 1998). As forças de mercado requerem que as notícias sejam apresentadas num formato de entretenimento e com um valor de interesse - mesmo que as histórias sejam duvidosas do ponto de vista cívico ou de relevância educacional (Kalb, 1998). Assim, na cobertura das campanhas políticas, a incerteza e o suspense associados à representação dos candidatos como jogadores estratégicos na tentativa de manipular os eleitores, é mais provável de captar e segurar a atenção do público que outros aspectos mais reais (com substância) da campanha (Patterson, 1993).Dado que existem hoje em dia formas menos rigorosas de jornalismo, tendo em conta as necessidades do mercado, os meios de comunicação são hodiernamente menos capazes de resistir activamente a fontes institucionais e governamentais (Iyengar & McCgrady, 2005). O resultado é uma forma de "relatar" diferencial, em que a ideia do jornalista independente com a capacidade de desafiar as fontes oficiais cessou de existir (Dorman & Farhang, 1987; Bennet, 2000). Ganha especial importância a influência que as elites políticas podem exercer no público em geral, dado que os seus pontos de vista são raramente desafiados pelo meio de comunicação de massas mais genérico uma vez que os jornalistas têm cuidado para não irritar e alienar as fontes nas quais têm que se basear para criar as suas histórias (Iyengar & McGrady, 2005).As elites políticas são assim mais capazes de manipular, e estão mais dependentes dos meios de comunicação que nunca (Iyengar & McGrady, 2005). É axiomático que aqueles que são capazes de influenciar o conteúdo e imagem das notícias, têm sucesso em melhorar a sua permanência no tribunal da opinião pública, e ao fazê-lo estar na mó de cima na Câmara de Silves, e na Junta de Freguesia de São Bartolomeu de Messines.Referências: Dorman, W. A., & Farhang, M. (1987). The U.S. Press and Iran: Foreign policy and the journalism defense. Los Angeles:[...]



A RAVE da rage!

Sun, 07 Dec 2008 06:05:00 +0000

6h05m da madrugada, já posso dormir! S. B. de Messines volta à paz e serenidade características. Mas quem é que se lembrou de autorizar uma RAVE, ou que raio foi aquilo, no centro da Vila, em pleno parque da feira? Imagino que alguém que pensa que ao Domingo todas as pessoas descansam! Ou então não pensa rigorosamente nada. Eu também gosto de "curtir" um som, mas não obrigo o resto da minha família a fazê-lo, quanto mais o resto da Vila. Nem sei porque cobraram entrada, dava para fazer a festa em casa! Talvez devesse ter aproveitado para fazer da minha casa uma venda! Estilo, "som à borla, e bebida mais barata". Sempre não se perdia tudo. Não dormia à mesma, mas sempre ganhava uns trocos. Fica também uma outra questão: os donos dos bares de Messines pagam uma licença por causa do ruído, e quando passa da hora a polícia aparece e manda fechar a casa. Neste caso, parece que o facto de a Governadora Civil e a Presidente da Câmara não morarem em S. B. de Messines é factor preponderante para que tenham emitido uma licença a permitir esta festa no centro da Vila. E o Presidente da Junta?! Será que não tem voto na matéria e/ou não mora dentro da Vila?! Às tantas a culpa foi do vento, quase de certezinha que a culpa de tal propagação das ondas sonoras foi do vento. Maldito tempo! Epá!, e depois de ter ido ao site do Governo Civil e ter lido isto: "Direito de Reunião, Concentrações, Manifestações e DesfilesEnquadramento LegalDecreto-Lei nº. 406/74, de 29 de Agosto"As pessoas ou entidades que pretendam realizar reuniões, comícios, manifestações ou desfiles em lugares públicos ou abertos ao público deverão avisar por escrito e com antecedência mínima de dois dias úteis o Governador Civil do Distrito ou o Presidente da Câmara Municipal, conforme o local de aglomeração se situe ou não na capital do Distrito" (Art.º 2º).Documentos necessáriosApresentação de aviso com dois dias úteis de antecedência, assinado por três promotores identificados com nome, profissão e morada ou pela Direcção, tratando-se de associações;Indicação do objecto, hora, local e trajecto a seguir quando se trata de manifestação ou desfile;No caso da realização de desfile, apresentação do respectivo croqui.ObservaçõesOs cortejos e desfiles só podem ter lugar aos sábados, domingos e feriados depois das 12 horas e, nos restantes dias, depois das 19 horas e 30 minutos.As reuniões, comícios, manifestações, desfiles e cortejos não podem prolongar-se para além das 00 horas e 30 minutos, salvo se realizados em recinto fechado, salas de espectáculos, edifícios sem moradores ou em edifícios com moradores se estes forem os promotores ou derem o seu consentimento.O trajecto apresentado pelos promotores pode ser alterado ou restringido a uma faixa de rodagem se se verificar que o mesmo irá afectar o bom ordenamento do trânsito.Os promotores são sempre notificados das decisões tomadas pelo Governador Civil." Chego à triste conclusão que incomoda muito mais realizar uma manifestação, reuniões, comícios, cortejos e desfiles, do que uma RAVE! É que dá mesmo vontade dizer "enquanto bebem uns copos, ouvem um som, etc., não chateiam!". Claro! Há sempre outra hipótese, os moradores das imediações do parque das feiras, estavam aborrecidos com a pouca utilização que se dá ao espaço, e promoveram e autorizaram uma RAVE! É que estes moradores são uns "ganda maluc[...]



'Ensaio sobre a cegueira' ou 'Blindness'

Wed, 19 Nov 2008 03:13:00 +0000

Em livro português, ou em filme americano, a realidade é que a metáfora da cegueira é global, como a crise que, nos é, todos os dias recordada nos jornais, na tv, mas pior, no quotidiano.
Quando percebemos que o dinheiro que possuímos é o mesmo, mas não dá para comprar o mesmo que há 2 meses atrás. Quando pagar as contas da água, da electricidade, do gás se torna mais pesado na carteira. Quando andamos nas ruas e vemos cada vez mais pedintes. Quando ouvimos as histórias de vida de pessoas que vivem sem condições mínimas para o seu pleno desenvolvimento.
Vivendo, cada dia, como não perceber que a cegueira é construída por nós?!
Será que caminhamos neste planeta cada vez mais injusto racionalizando e justificando o injustificável?! Na esperança de que tal movimento defensivo diminua a dor lancinante que se entranha a pouco-e-pouco, não na nossa consciência, mas na nossa prática de vida, como se fosse natural. Tão natural como nascer e morrer?! Não, não é natural.
O livro, e o filme não nos acordam de um sono dormente, mas confrontam-nos com a crueza, a rudez de um mundo cujas regras vivem na maior desordem. Contradição de tempos atribulados em que não parar para pensar obriga à condição de vivermos ofuscados com obrigações que talvez não tenham razão de existir. Talvez pensemos que tomamos conta uns dos outros, das nossas vidas... tal acontece quando estamos conscientes do mundo onde vivemos e qual o papel que desempenhamos nele. Quando sabemos responder qual o lugar que nele queremos ocupar. Para mim, esta é a questão mais premente que nos é colocada quando as luzes do cinema se acendem.
Talvez ajude a esclarecer a posição onde nos encontramos se não ocuparmos a nossa cabeça com as questões que nos colocamos quotidianamente e que se prendem com a nossa vida de todos-os-dias. Por exemplo, não achar que o filme é sobre discriminação de pessoas invisuais, como se incitasse ao medo dessas pessoas! (ideia estapafúrdia que passou a quem não teve capacidade de ver a questão metafórica, só podia ter acontecido nos E.U.A.)
Um outro exercício será mais produtivo: quantas coisas escolho não ver por forma a conseguir viver com elas? E assim sendo, será que Vivo?
A metáfora da cegueira não podia ser mais actual: "mais cego é aquele que não quer ver". E ao contrário do slogan que agora parece estar na moda "yes, we can" (sim, nós podemos), e que me lembra que "em terra de cegos quem tem olho é rei", prefiro um outro, será que podemos? Depois de saber o que se passa à nossa volta será que podemos continuar a viver neste planeta onde a globalização da miséria é mais repartida que a da fortuna: social, educacional e, económica?!