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Comentários do blog BLOGUE REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA



BLOGUE REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA - SAPO Blogs



Last Build Date: Fri, 13 Nov 2015 18:12:03 GMT

 



Comentário a Independência

Fri, 13 Nov 2015 18:12:03 GMT

E porque não deve ele entrar em conflito com os partidos do parlamento de esquerda? É que não estando a entrar em conflitos com eles está a entrar com os da direita. O rei deve defender o seu país, não tentar agradar pelo politicamente correcto.
Quanto a cada um querer o seu rei, é compreensível. Este senhor não dá para isso. Talvez o seu filho. A verdade é esta: não chegaremos a uma monarquia por referendo. Quando se faz referendo à monarquia tendem sempre a fazê-los prematuramente. Literalmente cedo demais, por simples pressa de ter uma monarquia, em vez de esperar para garantir os votos. Assim, uma monarquia só será conquistada por uma revolução (o que não significa que tenha de ser extremamente violenta). E, nessa revolução, no processo antes da revolução e nos momentos depois da mesma, uma figura irá destacar-se. É inevitável. Um homem de valores e com capacidade de liderança. E será esse, "eleito" pelo povo que merecerá o título de rei... seja da suposta família real que merece o trono por hereditariedade ou não. O rei será "eleito" pelo povo, como o Mestre de Avis o foi.
Por alguma razão existiram várias dinastias e não apenas uma, em que o trono mudou para mãos muito afastadas das originais. Não tenho medo que aconteça novamente.



Comentário a Cinco Quinas de Reflexões Monárquicas

Tue, 21 Jul 2015 16:51:08 GMT

Rei dos Portugueses e não Rei de Portugal... É também assim que eu encaro a questão... Defendo um Rei como símbolo da História e da antiguidade da nossa identidade... sem poderes que dividiriam os Portugueses quanto à sua pessoa... um símbolo humano, como o hino, a bandeira ou até só o brasão são representação de todos... Um rei que faça este povo sentir-se antigo e com vontade de subsistir enquanto qualquer outro também subsistir... sem se deixar absorver por terceiros. Isso só seria possível com o Rei histórico, D. Duarte, descendente por varonia do Conde D. Henrique governante do novo condado Portucalense a partir de 1096, recebido como dote hereditário de sua mulher... ano em que começa uma nova entidade política que viria a ser independente, mas que logo em 1096 tinha uma identidade política própria no contexto da Ibéria. Temos mais de 900 anos de história... merecemos que isso se espelhe no nosso Rei legítimo em função.



Comentário a A monarquia e a estabilidade política, um exemplo prático

Thu, 11 Jun 2015 12:54:56 GMT

Caro amigo,

Fica então encerrado o nosso pequeno diálogo. Como já tinha referido anteriormente o Sr fica com as suas convicções, sejam elas quais forem, e eu com as minhas.
Relativamente ao blogue, uma vez que é de cariz Monárquico é óbvio que as notícias e posts sejam parciais à Monarquia. Também compreenderá que muita parte do que é aqui é exposto é retirado do pouco que os nossos media nos apresentam de cariz monárquico e sublinho “pouco”. Não isolamos o blogue exclusivamente a Monárquicos mas também não postamos noticias contrárias à Monarquia.

Não sabia, tive de ir pesquisar, foi Albert Einstein. Estamos sempre a aprender. No entanto sabia que foi sócio estrangeiro da Academia de Ciências de Lisboa. Academia esta fundada por D. Maria I ainda como Academia Real De Ciências. Uma pequena curiosidade.
Disse “governava”? Peço perdão. Sim diz bem, o termo correcto é reinaria. Um rei absoluto? Óbvio que não, o Sr sabe que pretendemos uma Monarquia Constitucional.

Também o saúdo a si e desejo-lhe tudo de bom que a vida possa oferecer. Afinal se todos gostassem de azul o Mundo seria um sítio muito aborrecido.

Saudações,

João Ribeiro



Comentário a A monarquia e a estabilidade política, um exemplo prático

Sat, 06 Jun 2015 00:18:11 GMT

Penso que chegou a hora de encerrar hostilidades. Temos diferentes opiniões e interpretações relativas ao tema “República vs Monarquia” e, por conseguinte, da história de Portugal. Para mim a leitura que tento fazer de “todas” as formas de regime é pragmática, simples, sem rendilhados e com o entendimento que se têm construído à volta de um único objectivo: “Criar todas as condições para diversos grupos deterem “o poder”, nada mais”!! O resto, pelo menos para mim, é porventura a forma hábil de se tentar justificar aquilo que não é justificável ou minimamente racional e que, está à vista da comunidade.

Neste blogue, o seu conteúdo e principalmente a forma de muitos dos textos introduzidos, mais parece que detém verdades universais, são escritos de maneira demasiado moralista e romanceada e, sempre a colocarem em causa tudo e todos à excepção da monarquia e dos monárquicos. O seu conteúdo torna-se talvez pouco “sexy” e algo doentio… Como se o país e o povo não fossem os mesmos independentemente da forma de regime. Entendo até que se fossemos uma monarquia o país não seria muito diferente, porque a matéria-prima que é o seu povo, concretamente vale o que vale… Objectivamente, assim não captam adeptos e criam condições para comentários menos abonatórios conforme foi o meu caso no início… Ou então isolem o blogue dos demais cidadãos ficando em circuito fechado para os monárquicos. A democracia tem destas coisas, um blogue tanto pode ser um tónico para divulgação e visibilidade, como para eventuais críticas…

Contudo nas sistemáticas trocas de opinião, com alguma pimenta à mistura (e ainda bem) que faz sempre parte deste tipo de diálogo, quero saudar a forma cordial e com alguma elevação que sempre usou. Da minha parte também tentei sempre, não diminuir o nível e, esteve sempre no meu espírito, nunca ter atitudes demasiadamente provocatórias, quer se concorde ou não…

De facto, a ignorância pertence aos que nunca discutem os assuntos, nem mesmo do ponto de vista filosófico ou prático, e defendem as suas posições como se de “axiomas” se tratassem e, não existissem outras verdades…

“Somos todos muito ignorantes, mas nem todos ignoramos as mesmas coisas!”. Conhece o autor?

Saudações cordiais e até um dia…

PS - Somente uma correcção, o Duarte pio não “governaria” (conforme afirmou…), mas “reinaria”, porque por definição nas monarquias constitucionais o rei não governa (segundo tb já afirmou…); essa tarefa é deixada ao governo que o rei dará posse. Ou estava a pensar num possível Duarte pio “rei absoluto”?



Comentário a Contra o terrorismo nas notícias

Sat, 23 May 2015 10:41:54 GMT

Também gostaria de ter tal livro.
Mas como estou desempregado e sem receber quaisquer apoios, jamais tal poderá acontecer.
Mas entendo e apoio o envio ao tal jornalista!



Comentário a Contra o terrorismo nas notícias

Sat, 23 May 2015 08:33:46 GMT

Fossem D. Carlos e sua família uns déspotas ou tiranos ainda poderia "compreender", mas, era ao contrário e a História prova-o.
Sendo assim, como vamos compreender as palavras deste e doutros "Buíças" senão dar azo à valorização a mais uma mentalidade pervertida ou mesmo perversa?



Comentário a Contra o terrorismo nas notícias

Fri, 22 May 2015 19:08:55 GMT

Recebeu um excelente livro.



Comentário a A monarquia e a estabilidade política, um exemplo prático

Fri, 22 May 2015 10:01:19 GMT

Não tem de quê. Obrigado eu.



Comentário a A monarquia e a estabilidade política, um exemplo prático

Tue, 12 May 2015 13:30:10 GMT

Obrigado Sr. Octávio dos Santos pela informação, bastante útil por sinal e pela simpatia.

Um grande bem haja,

João Ribeiro



Comentário a A monarquia e a estabilidade política, um exemplo prático

Tue, 12 May 2015 13:16:25 GMT

Desculpe, mas:“E se atendermos à percentagem que refere de monárquicos no país, deverão seguramente estar implicados em muita da bandalheira que refere “ . Pode indicar-me qual foi a percentagem de Monárquicos que eu referi? E onde escrevi isso? Acho estranho porque nunca um referendo foi feito em Portugal, como poderia eu adivinhar esse número...

7- Teve a sua piada mas não concordo.

Obrigado pelo conselho mas eu nunca estive aqui a discutir História, somente República vs Monarquia. Então para você desde que estamos em República o nosso povo vive bem? Já sei que não. Para você nem República nem Monarquia. Talvez um suicídio colectivo seja a solução ideal para si? Já lhe disse que não partilho dessa opinião. Sim você tem um enorme carácter Sr Anónimo... Já lhe disse que vejo qualidades de governante em D. Duarte Pio, senão acredita temos pena, é para o lado que durmo melhor. Monárquicos são pessoas que apoiam o regime Monárquico, mesmo não sendo de ascendência aristocrata. Enfim nada que já não tenha sido dito aqui.

Amigo, o jantar dos conjurados é um jantar anual para membros dos RAL, uma confraternização que homenageia os heróis de 1640. Nunca fui por acaso, qualquer dia vou. Sim nesse jantar as pessoas têm uma visão comum. Existe harmonia e um sentimento comum para se falar e discutir os interesses da Nação. Num jantar de Republicanos essa harmonia falta porque os interesses dos partidos se sobrepusessem aos da Nação e as "lutinhas" partidárias podem causar indigestão.
Percebeu a metáfora? Note que tentei ao longo do texto ser tão “elegante” quanto o Sr.

Até breve.

João Ribeiro



Comentário a A monarquia e a estabilidade política, um exemplo prático

Tue, 12 May 2015 13:15:16 GMT

Ena...O meu amigo andou a lamber as feridas e agora volta com forças redobradas! Parece que as férias na Monarquia vizinha lhe fizeram bem. Isto, não obstante a conversa e os argumentos serem as balelas do costume, com o acrescento de vales encantados, hotéis de princesas e notícias cor-de-rosa. Então vai para férias e pensa em mim? Isso é no mínimo patético, veja lá se não está a começar a ficar afectado com o nosso tête-à-tête. Esteve por duas vezes no Hotel das Princesas na Eurodisney? Parabéns, fico feliz por si, cada um é como cada qual. Então vamos lá que tenho muito que fazer: 1- Que útil para si que as monarquias centrais da Europa sejam afinal “arredores” das do norte, como se apenas de um bloco se tratasse. Infelizmente aquilo que pensa e aquilo que efectivamente é, não são bem a mesma coisa. E o Japão também pertence aos arredores da Escandinávia? E os países da Commonwealth, como o Canadá, Austrália etc.. Aliás bem mais pertinho da Escandinávia estão as desgraçadas Repúblicas Eslavas. Eu não vejo apenas as nossas virtudes mas também não olho apenas para os nossos defeitos. É precisamente por conhecer os nosso defeitos que defendo a Monarquia como o melhor regime para Portugal.2- Pensa que apenas em Portugal e Espanha houve “batatada” na implantação da Constitucionalização? Pense novamente.3- Então mas onde ficamos? Primeiro diz que o número de Monárquicos é residual, agora já somos muitos? Decida-se. O que tem a ver o sistema Monárquico com a família ES? São questões empresariais e económicas dentro do seio da família. Penso que em qualquer família se divide a heranças pelos filhos e herdeiros. O que tem isto de anormal? Em Monarquia a actividade dos ES durou cerca de 40 anos e em República passou os 100, por isso não sei onde quer chegar.4- Sobre D. Duarte Pio já lhe disse que boatos falaciosos existem em todo o lado e que vozes de burro não chegam ao céu. Volto também a referir, que é em D. Duarte Pio que a República Portuguesa vê o legitimo herdeiro da Casa Real Portuguesa. Sobre Carlos de Inglaterra, nada a acrescentar além do óbvio. Outra acção de mediatismo cor-de-rosa barato. Permita-me um copy/paste, o que comprova a repetição dos seus argumentos.“O sr. está fixado na questão do ADN mas fora a questão dos genes um Rei vale pelo que representa em termos de independência e transparência governamental. Representa ainda visão a longo prazo e continuidade, um Rei é o passado, o presente e o futuro. Não representa apenas num futurinho “tapa buracos” de 4 anos. Com um Rei temos os valores nacionais salvaguardados.” Essa conversa das famílias brasonadas é generalização pura e simples. Um preconceito seu na qual eu não me revejo. Não me vai negar que eventualmente também existam Republicanos empertigados vai? Mas também lhe digo isto. Provavelmente existirá mais gente que vive do espólio deixado por herança sem serem de famílias aristocratas ou brasonadas que vice versa. 5- A sua confusão continua... Eu sou todo pela auto-determinação dos povos, como Português como poderia não o ser? O que eu disse e o Sr percebeu mas se faz despercebido foi que na altura de D. Carlos tínhamos todo o direito de defender as nossas pretensões em África ao invés de nos deixarmos ser “depenados” pelas demais potências europeias. Não foi portanto uma questão de autodeterminação dos povos propriamente dita como diz. Ao invés da Ultramar que aí sim foi o grito dos povos das colónias que por essa altura já sentiam sentimento nacional, a gritar independência. Aí sim deveríamos ter procedido de outra maneira. Talvez se o tivéssemos feito, hoje estaríamos a tirar dividendos das ex-colónias e teríamos um melhor relacionamento co[...]



Comentário a Rei Dom Miguel

Tue, 12 May 2015 00:59:14 GMT

Apesar de não teres “pedigree”, mas como és um patriota erudito, abro uma excepção e podemos encontrarmo-nos amanhã às 10 h à porta do seguinte local:

CENTRO HOSPITALAR PSIQUIÁTRICO DE LISBOA
Av. do Brasil, 53
1749-002 Lisboa

Tenho lá uns colegas que quando te mostrarem um bisturi e administrarem uma injecção de metrazol, ficarás um pouco mais manso…



Comentário a Rei Dom Miguel

Mon, 11 May 2015 23:03:58 GMT

NÃO PUSESTE NADA EM CAUSA FILHO DA PUTA??? ENTÃO QUEM É QUE ESCREVEU ISTO, FUI EU??? (...) "De Anónimo a 10 de Fevereiro de 2015 às 23:48
Acho este texto uma idiotice medieval completa... Não tem ponta por onde se lhe pegue... Prefiro ler a história do "Pedro e do lobo"... Afinal o cavalheiro apenas quis manter o poder pelo poder e, pelos vistos, parece que não teve força suficiente e levou no canastro. O seu povo a aclamá-lo, deve de se estar a referir a gentes muito cultas e/ou instruídas... Era um individuo tão evoluído que quis manter o absolutismo num período liberalista completo... Depois, está claro, teve de de pirar... Por que seria? Será que a maioria da população o queria? Parece que não, ou em contrário teria ficado de pedra e cal, como é apanágio dos monárquicos. A história é demasiado simples, ou seja, tentar manter o poder a todo o custo. Somente é pena que os escritores, completamente facciosos e subjectivos, transformem situações normais em telenovelas históricas, apenas com interesse para alguns, e dêem muito relevo a episódios saudosistas e passadistas, mas normais..."
NÃO TENHAS PENA DE MIM, NEM DO MEU CÃO, QUE COME MELHOR DO QUE TU E SABE MUITO MAIS DE HISTÓRIA PALHAÇO DE MERDA!!!
SE NÃO ÉS COVARDE, DIZ ONDE NOS ENCONTRAMOS JÁ AGORA, OU AMANHÃ, ONDE QUISERES???
ÉS PALHAÇO E MENTIROSO.



Comentário a Rei Dom Miguel

Mon, 11 May 2015 19:14:55 GMT

Grande monárquico,
Agora borraste a pintura toda… Ser-se ordinário e violento é o mais fácil do mundo, o que é inadmissível… Convencer alguém com bons argumentos é mais difícil… Por outro lado, tão covarde é um comentador “anónimo” como é um anónimo intitulado “Nuno”, também escondido atrás de um monitor… Ou seria muito diferente se me assinasse por detrás de um pseudónimo? Ser-se covarde é objetivamente ameaçar alguém por detrás de um monitor, que aliás é sempre o argumento dos fracos de espírito…
Nunca pus em causa o facto histórico associado aquele rei, mas tão simplesmente a banalidade de “uma pernoita” se transformar num romance, o que é uma banalidade. Critiquei o autor, nada mais. E o que afirmei e afirmo é que aquele rei foi um perdedor e teve o seu destino normal de exilio, aliás em pleno regime monárquico, tendo o seu irmão saído um vencedor, o que é vulgar na história mundial. Não comentei nada de extraordinário que o leve a pensar que nada sei de história até porque se trata apenas de um episódio.
E se um qualquer monárquico não concordar consigo? Como reage? Da mesma forma?
Tenho a ideia que se D. Miguel ressuscitasse dir-lhe-ia: “Por qué no te callas?”
Como tenho em mente a boa educação generalizada dos monárquicos, tenho pena de si e, sobretudo, do seu cão…



Comentário a Rei Dom Miguel

Mon, 11 May 2015 17:34:47 GMT

Eu sou monárquico é para te partir a puta da boca, se tu não fores um covarde de merda, escondido atrás dum monitor. Tu não prestas, és ignorante e sobretudo muito mentiroso, pois não disseste uma única verdade acerca do Rei Dom Miguel I, que não fez nada do que disseste. A história não se interpreta coisa nenhuma, a história ou bem que se sabe, ou bem que se inventa como fazes tu e fizeram os liberais maçónicos vencedores da Guerra, com a ajuda da Quadrupla-Aliança. A verdade é só uma e não é com certeza essa que estás a dizer.



Comentário a Rei Dom Miguel

Mon, 11 May 2015 10:03:49 GMT

A história não se sabe, mas interpreta-se... E cada um interpreta-a à sua medida. Uns dirão bem de Salazar, outros não… Depende do seu referencial… Por exemplo, as suas palavras levar-me-ão a considera-lo um “monárquico rosqueiro”… No entanto, podemos estar perante um individuo de excecional educação. Lá está, não sei… Somente posso interpretar o que escreveu. A história deverá ser perspetivada da mesma forma porque também foi escrita de acordo com interesses associados…
Porventura, V. Exa. deve de viver obcecado de tanta história saber… Somente não a sabe é interpretar…



Comentário a A monarquia e a estabilidade política, um exemplo prático

Sun, 10 May 2015 02:26:03 GMT


Caro Sr.,
Se este comentário se dirigia a mim, das trocas de comentários com o João Ribeiro, confidencio-lhe que sou anónimo, por conveniência, embora não seja deveras ignorante. Até porque cada um vê a história como a quiser entender ou conforme lhe convém. De facto, cada pessoa tem a sua própria verdade… Ou será que quem não concorda consigo é para si “ignorante”? Já vi que estamos perante um democrata iluminado...
Acho estranho é V. Exa. dar dois exemplos brilhantes (porque não há muitos mais na vastidão de regimes monárquicos), um referindo-se à votação do regime monárquico em Espanha em 1976 (imposto pelo ditador Franco e antes de estar implementada a monarquia, conforme sabe) não havendo muitas alternativas depois do período fascista e, outro relativo à Austrália, que nunca terá interesse em deixar a Commonwealth. Contudo, ambos não me parecem ser informação nem sábia, nem sensata, nem tão-pouco relevante. Talvez de tipo ingénuo-infantil ”… É mesmo caso para dizer, “aconteceu”, embora não seja a prática. Motivo para ter moral seria na última passagem de testemunho em Espanha ter havido referendo, agora sim em plena monarquia…
Portanto meu caro Sr., pode considerar-se um iluminado, embora de “medíocre raciocínio” nos fantásticos exemplos que dá, para justificar a ausência de referendos ou sufrágios nas monarquias…



Comentário a A monarquia e a estabilidade política, um exemplo prático

Sun, 10 May 2015 01:18:25 GMT

nharia no Int . Pol . de Coimbra e, somente a licenciatura foi martelada… Repare, ser-se crápula nada tem a ver com republicanismo ou monarquianismo . Mas cuidado porque porventura as Universidades Lusófona e Independente poderão deter alguns monárquicos nos seus corpos gerentes… E se atendermos à percentagem que refere de monárquicos no país, deverão seguramente estar implicados em muita da bandalheira que refere… Portanto, cuidado com generalizações da República…
7) Finalmente, quanto ao QI e a ser-se psicopata, até posso concordar consigo. Acontece que quando olho para Duarte pio entendo que não tem condições para reinar nem tão-pouco para pôr o país na ordem… Sem pretender ser deselegante, por vezes o Duarte pio faz-me lembrar o Cavaco Silva, ou seja, depois do português e mirandês, passaríamos a dialogar em gaguez…

Vou terminar dando-lhe um conselho e que é não valer mais a pena discutir história porque porventura seria o mesmo que continuar a tentar convencer um sportinguista a ser benfiquista, o que é de todo um paradoxo… Respeito o passado mas não o encaro com a fantasia que muitos pretendem. Conforme lhe disse, o nosso povo viveu sempre mal neste país…
Tenho carácter, eventualmente ao contrário de V. Exa., até porque nunca apreciaria um eventual reinado do Duarte pio e digo-o abertamente neste blogue… Já V. Exa., tenho muitas reservas que mesmo que não o aprecie pessoalmente o diga abertamente. Será que o defende por conveniência?
Mas deixo aqui um desafio aos monárquicos convictos e que é, aceitarem a história tal como aconteceu, sem reservas, esquecerem os parentes longínquos dos varais do antigamente e escolherem um “personagem de dimensão” para monarca capaz de fazer a diferença e que traga objectivas vantagens ao nosso povo começando eventualmente um nova dinastia (embora que virtual antes de ser referendada) … Talvez dessa forma convencessem muito mais pessoas a aderir à causa monárquica… Em contrário estão sempre a pretender ligar-se ao passado que nunca foi objectivamente de boa memória para o bem-estar do nosso povo.

Por último, o que se deve de esperar num qualquer regime seja ele qual for (império, monarquia, comunismo, república, socialismo, sultanato, fascismo, emirato, principado, califado, etc., etc., etc.) é que objectivamente seja amplamente democrático e, como consequência, dê bem-estar ao seu povo… O ter-se ou não rei é, pelo menos para mim, uma redundância, até porque a forma como a sucessão é feita e o porquê ser uma dada família a representar o estado é seguramente muito, mas mesmo muito questionável…

Saudações




Comentário a A monarquia e a estabilidade política, um exemplo prático

Sun, 10 May 2015 01:16:58 GMT

Viva,Pensava que tínhamos ficado conversados, mas parece que esta troca de galhardetes o deve de motivar até porque em plena República, alguns monárquicos devem de passar o tempo em almoços e jantares de esconjurados e de outros tipos, não devem de ter grandes oportunidades para debates, até porque vivem de consensualidade… Ao ler os seus comentários e após ter estado esta Páscoa no parque Warner em Madrid, lembrei-me que V. Exa. deveria de ir passar algum tempo ao Hotel das princesas na EuroDisney (onde também já estive por duas vezes) … Porque a forma como vê, entende e racionaliza os regimes e a história é digna dos paraísos encantados e, que objectivamente não existem…Os juízos de valor que avançou sobre os meus comentários denotam apenas e tão simplesmente alguma arrogância da sua parte, até porque tenho apenas referido generalidades óbvias, embora factuais…Seguem alguns comentários:1) Refiro-me sempre às monarquias da Escandinávia e ARREDORES… Já vivi por duas vezes na Bélgica diversos meses, que detém um regime monárquico, e digo-lhe que a forma como aquela gente vive e respeita a colectividade nada tem a ver com o que se passa no sul da Europa, onde a individualidade predomina. Sou latino, mas sei reconhecer algumas diferenças menos abonatórias da nossa sociedade. V. Exa. parece que somente vê virtudes no nosso país, deixando apenas de ver quando se refere a outras formas de regime que não a monarquia…2) Com certeza que as monarquias da Europa desenvolvida são constitucionais e os excelentes regimes do norte somente aconteceram porque se adaptaram aos novos tempos e se democratizaram amplamente, conforme já avancei. Aqui no sul teve de haver “batatada” porque a democratização tardou a acontecer… Porque seria? Mas tem dúvidas?3) A escumalha nos negócios a que se refere nesta Republica, terá porventura muitos, mas mesmo muitos monárquicos metidos nas caldeiradas. Se fossemos uma monarquia e sendo os portugueses os mesmos, acha que o Duarte pio acabava com as negociatas? Ou não foi este país sempre dominado por famílias a fazer esquemas e negociatas? Repare, o grupo BES começou na monarquia, e teve sempre à frente “gente com os genes da família” (como se de uma monarquia se tratasse) e veja no que deu? Ou a culpa também foi da Republica? Lá está, se acredita nisso aconselho-o mesmo uns dias na EuroDisney …4) Recuar até D. João VI para explicar Duarte pio herdeiro, sem incluir adultérios, filhos ilegítimos e até eventuais incestos pelo caminho, seria uma heresia (veja o que aconteceu recentemente com a filha ilegítima do Carlos de Inglaterra…). Faz-me sempre confusão falar de varais e linhagens como se estivéssemos a falar de “cruzamento de gado”. Parece que para umas coisas se refere à herança das monarquias constitucionais e, para outras, os conceitos são mais de tipo absolutistas? Depois a raça nunca é completamente apurada como se faz com gado porque tenta-se não cruzar os mais capazes mas a fortuna e terra que detêm… Nem neste aspecto há, na esmagadora maioria dos casos, democracia na monarquia… Agora seguramente estará V. Exa. a pensar, lá está ele a falar do passado porque agora é diferente… Repare, no essencial o circo monárquico é sempre do mesmo tipo, embora os tempos que vivemos já não dão para muito mais… Mas tem dúvidas que há alguns monárquicos que vivem completamente embriagados pelos brasões, cachuchos brasonados, solares e nome da família a que pertencem e vivem numa redoma e até entendem que são [...]



Comentário a A monarquia e a estabilidade política, um exemplo prático

Wed, 06 May 2015 21:56:46 GMT

Felicito João Ribeiro pela extraordinária paciência demonstrada em (tentar) instruir um arrogante, ignorante e anónimo republicano... que é, aliás, o «modelo» mais habitual.

Permito-me acrescentar apenas uma informação às suas extensas, sábias e sensatas explicações, e que tem a ver com (exemplos de) referendos em, ou sobre, Monarquias: em Espanha o actual regime foi votado, e aprovado, em 1976; na Austrália a mudança para um regime republicano foi reprovada em 1999.