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Desalinhamento



... um grupo de jovens desalinhados ...



Updated: 2018-03-06T14:30:35.955+00:00

 






EcoTretas: A vergonha do PNAER e PNAEE

2012-06-26T00:17:41.037+01:00




FMI e as reguadas

2011-04-20T13:27:55.944+01:00

já há muito tempo que não havia comentários neste "Desalinhamento". ora é altura de recomeçar, sem censuras nem mordaças.o País vive uma das maiores crises de que há memória, sendo os portugueses os únicos responsáveis por ela. nem nos meus maiores pesadelos pude imaginar que tudo desmoronaria, que é o que está a acontecer.não vale a pena referir que a culpa é da crise: a crise existiu, mas apanhou Portugal numa situação macro-económica completamente irresponsável, que ao mais pequeno abanão daria origem à tragédia. o País duplicou em seis (!) anos apenas a sua dívida pública. tem uma dívida ao exterior brutal, quando em 1995 Portugal era credor em relação ao estrangeiro. deixem de culpar o Cavaco: ele deixou a governação com uma herança excelente, com as contas equilibradas. após o Cavaquismo, Portugal viveu uma das conjunturas mais favoráveis que houve no séc. XX: baixa do petróleo, baixa das taxas de juro, extinção do risco cambial (em relação com os maiores mercados com os quais temos trocas comerciais) devido à adesão ao Euro.ora não há tempestade que sempre dure nem bonança que nunca acabe. a Espanha de Aznar soube-o, e estabeleceu a consolidação das suas contas, públicas, que mais não foi que usar os lucros que o estado tinha para baixar a dívida pública. em Portugal o Sr Guterres (eu prefiro chamar-lhe "Enterres" mas por delicadeza vou tratá-lo pelo seuapelido, já que não lhe posso tratar da saúde....) aproveitou os bons ventos para aumentar loucamente o peso do estado na economia, fazendo do estado uma verdadeira agência de emprego: havia boys, inventou-se jobs, logo houve jobs for the boys. a cereja no topo do bolo seria o abuso das PPP: o estado fazia a obra e pagaria aos pouquinhos. o conceito em si até poderá nem ser mau - Cavaco e Catroga usaram-no na resolução do problema da travessia do Tejo, Guterres não o usou: abusou! foi PPP para tudo e mais alguma coisa, foi subsidiar os combustíveis, foi construir auto-estradas do tipo "lá-vai-um" a torto e a direito.com Guterres foi a loucura. tudo se comprou, todos se endividaram. e o Estado, porque já nessa altura era "porreiro pá" - lembrem-se que era a época do "diálogo" - esbanjou dinheiro por todos, construiu estádios a torto e a direito, semeou escolas de ensino superior por muitas aldeias, distribuiu subsídios até para a gasolina e o gasóleo, e por isso fomentou o consumo privado muito para lá do desejável, o que resultou no desequilíbrio nas relações comerciais com o exterior e no endividamento do nosso descontentamento.alguns, à data, deram logo o sinal de aviso: a situação seria insustentávelpara ajudar à festa apareceram uns senhores de olhos em bico a vender produtos muito mais baratos do que os portugueses, de qualidade idêntica, ou seja sofrível. mas em vez de sermos nós a exportar esses produtos, passámos nós a importá-los...além disso, promoveu-se o investimento não só em obras públicas, como já referi, mas também em "comodities", isto é, na prestação de serviços ao abrigo da concorrência externa, assegurando desta forma melhor renda do investimento. quantas empresas não passaram, nessa época, de empresas fundamentalmente  industriais, do sector de bens transaccionáveis, para empresas de serviços, distribuição ou de telecomunicações? e Guterres a assistir....foi a loucura. alguns, como eu, vimos logo que a factura a pagar seria pesadíssima. o deboche paga-se caro. confesso que nunca pensei que se pagasse tão caro.depois veio Durão Barroso, em que o verdadeiro primeiro ministro foi Manuela Ferreira Leite, graças a Deus! tentou colocar alguma ordem na casa: congelou salários, disfarçou como pôde um défice crescente herdado de Guterres, na esperança de que um aumento do crescimento económico, a reboque do crescimento europeu, resolvesse o problema. era a solução correcta à data. hoje, dirão alguns, que esse governo foi pouco ambicioso. talvez tenham alguma razão, mas é fá[...]



no País dos Zés

2010-10-19T11:45:02.599+01:00

Repare-se no enredo seguinte passado no País dos Zés, e, de facto, o Zézito Chico-Esperto não é completamente estúpido o Zézito Chico-Esperto desgovernou o País como só ele poderá imaginar, com a complacência de um pseudo-ministro das depauperadas finanças. Foi obras públicas para uns amigos por ajustamento directo, indemnizações para outros amigalhaços porreiros, negociatas de chips para boys, tachos para os candidatos derrotados em eleições internas no PS, dinheirinho sabe-se lá porquê para uns "irmãos" de alguma Irmandade do Avental, etc, etc, tudo isto aproveitando o Zézito Chico-Esperto para ir enchendo os bolsos com uns "agradecimentos" aqui, umas comissões acoli. Como tudo estava controlado, um magistrado amigo arquiva um processo aqui, outro magistrado "irmanado" acaba com outro processo acolá, e, pelo meio, ainda dava para tramar uns quantos parvos que não faziam os jeitos à vontade de quem manda... Aproveitando a janela de impossibilidade de dissolução da assembleia da república das bananas, que se estende até Março, impõe um orçamento de terror sobre a sociedade e cria uma chantagem: se o PSD não anuir, eu vou-me embora! e aguentem-se até Junho e sem dinheiro, pois ninguém vos emprestará um tusto! Ou eu, o Grande Irmão Zézito Chico-Esperto, ou a fome!Vai daí e consegue que alguns patolas, alguns até gente séria, honesta e competente, aprovem o orçamento do Zézito Chico-Esperto, para evitar a fome que se avizinha, mostrando sentido de responsabilidade. Quando o orçamento começar a ser sentido no bolso dos portugueses, Zézito Chico-Esperto dirá: era o orçamento necessário ao País, tomámos as medidas necessárias, e o maior partido da oposição concordou, por isso também é responsável pelo que de mau se está a passar. E Zézito Chico-Esperto ainda tem três meses até o novo presidente da república das bananas tomar posse....este clima mantém-se até Março, por causa das eleições presidenciais, que Zézito Chico-Esperto espera que o candidato do seu partido perca... No final de Março só é possível derrubar Zézito Chico-Esperto com uma moção de censura, mas nessa altura não haverá motivo para tal. E Zézito Chico-Esperto continua...Em meados do ano de 2011 começa a fazer sentir-se os efeitos macro-económicos destas medidas, sendo reposto algum reequilíbrio financeiro e estão lançadas as bases para um 2012 de maior desafogo. Aí com o Zézito Chico-Esperto a voltar ao seu estilo de vigarista e a voltar a fazer uma campanha eleitoral permanente, com vista a mais uma reeleição, porque presidenciais só em 2016 e o actual não se recandidata....Logo, deixar passar este orçamento é ser complacente com uma estratégia muito bem montada pelo Zézito Chico-Esperto. Montada para este se perpetuar no poder, e o "Zé Contribuinte" que se lixe! que se lixe, mas que pague![...]



tribunais para quê?

2010-08-09T22:53:44.068+01:00

diz o Público que Cândida Almeida travou equipa mista liderada pela PJ para investigar o Freeport o seu falecido marido foi nomeado inspector geral da administração pública por Guterres - factos são factos, não extraio daqui qualquer conclusão. a Sra Dra Cândida Almeida apresentou-se num programa de televisão, apresentado há tempos atrás sobre várias mulheres procuradoras, como sendo uma mulher de esquerda ora um procurador, homem ou mulher, não pode ser nem de esquerda nem de direita. isto não quer dizer que não tenha direito a votar no partido que entender, na reserva da cabine de voto, mas tem como missão a aplicação da justiça e, entre outras obrigações, a fiscalização dos vários poderes políticos. por isso tem que SER independente, coisa que Cândida Almeida mostrou não ser ao afirmar-se como mulher de esquerda. não será a única. um magistrado apareceu, há alguns anos atrás, de cachecol partidário aos ombros numa sede de um partido político numa noite eleitoral, congratulando-se com a vitória desse partido. duvido que tenha sido por isso devidamente processado. magistrados há que pertencem a associações "filosóficas", criando desta forma vínculos com os seus "irmãos", que se reflectem nas sentenças dos tribunais, especialmente quando colocam "irmãos" contra "profanos". um procurador geral diz que é "Raínha de Inglaterra" (falta-lhe muito de tudo para lá chegar...). nos últimos tempos casos houve que tiveram sentença esotérica, que ninguém entende. um juíz foi perseguido pelo conselho que rege a classe, criando uma dependência entre a sua classificação e o resultado de um processo com o qual esse juíz nada tinha a ver!  outro indivíduo, gente poderosa, tentou corromper um vereador, com vasta prova produzida em tribunal, mas isso não é corrupção activa!!!! etc, etc, etc, a lista é longa, extremamente longa, demasiado longa! é o pântano da justiçao conceito "Rousseauiano" de independência entre poderes é um dos aspectos fundamentais num estado de direito democrático. tão fundamental quanto a liberdade de voto, mas é sistematicamente desrespeitado - o caso "FreePort" é mais uma evidência que a justiça não funciona quando os suspeitos são altas individualidades políticas.  não sei porquê (...LOL...) mas quando se toca nos políticos gera-se logo uma teia de "solidariedades" com o intuito de safar o suspeito, usando-se e abusando-se do conceito de "presunção de inocência", qual lixívia que tudo branqueia.Ora um sistema judicial que não é capaz de descobrir a verdade nem, por consequência, punir os infractores, não serve para coisa alguma. aliás, para o sistema penal português a descoberta da verdade é a coisa que menos interessa, pois o que temos é um sistema extremamente "garantista", em que as garantias de defesa dos acusados são de tal forma poderosas que se tornam redundantes e servem apenas para impedir as investigações e a formulação das acusações, e arrastar os processos até a prescrição. a justiça, que é punir os culpados e inocentar os justos, é a coisa que menos interessa!isto serve apenas os desonestos, mas não serve o povo trabalhador que anda a sustentar, com o seu trabalho, este sistema perverso. por isso a pergunta: tribunais para quê? [...]



do "Tridente" e do "Arpão"

2010-08-03T19:50:30.855+01:00

Oiço por aí muita gente a desfazer na compra dos submarinos rotulados "NRP", que quererá dizer "Navio do Reino de Portugal", do "Tridente" e do "Arpão". Seguem um pensamento fácil, que em época de crise não se compra material militar por 1000 M€, que em época de crise não se deve brincar aos submarinos, que não servem para nada, etc, etc, etc.


Pela mesma lógica, hiperbolizando, poupar-se-ia muito dinheiro se se pusesse a PSP e a GNR a andar de bicicleta. As bicicletas não gastam combustível, não necessitam de revisões, não são poluentes, os pneus são muito mais baratos, arrumam-se melhor, etc. Só que um polícia de bicicleta não apanha um bandido de automóvel! ou seja, se se adoptasse esta lógica de poupança, todos os ordenados dos polícias seriam um desperdício, pois não apanhariam qualquer bandido! E seria o caos….


Esta lógica aplica-se ao caso dos submarinos. Portugal tem a seu cargo a vigilância de uma área descomunal de oceano, que vai até meio caminho entre Açores e EUA. Tem uma ZEE descomunal, muitas vezes a sua área continental, constituindo um dos maiores recursos do País. Além de uma questão de afirmação de soberania, estes submarinos são essenciais, dizem os entendidos na matéria, para exercer uma fiscalização capaz de toda esta vasta área marítima – dizem até que deveriam ser três. Para protecção dos recursos marítimos e dos ecossistemas, para fiscalização das pescas, para combate ao tráfico de droga e de pessoas, para detectar e punir comportamentos errados, tais como a lavagem de tanques de petróleo em alto mar.


Muitos economistas estudam o potencial económico ligado ao mar, à economia do mar. É exemplo Hernani Lopes. Todo este potencial não serve de nada se não cuidarmos dele. Por isso, os submarinos são essenciais.


Vêem em má altura, dirão alguns. Pergunto: em 2003 ou 2004, altura em que foram encomendados, alguém imaginaria a crise que Portugal atravessa? Nem Sócrates nos seus maiores pesadelos…

Houve vigarice na compra e na negociação das contra-partidas? Não digo tudo o que ouvi a gente responsável, mas compete ao homem que tem os mesmos poderes que Sua Majestade a Rainha de Inglaterra (coitada, ver-se assim arrastada para uma afirmação destas sem ter nada a ver com o caso!) investigar. Se encontrará alguma coisa? Duvido. Encontrou no FreePort? Na Portucale? No Apito Dourado? eu diria que esse senhor tem os mesmos poderes que a lixívia: branqueia tudo!


A diferença é que antigamente não se dava nomes de código às operações policiais, mas prendia-se os ladrões. Hoje rotula-se tudo com nomes bonitos para parecer bem na TV, mas fica tudo à solta.


Mas não culpem os submarinos, que são bem necessários.



o "Plano Inclinado" de hoje, com Manuel Carvalho da Silva

2010-08-09T22:52:57.603+01:00

É um programa de referência, onde se diz a verdade sobre o estado económico e social em que o País se encontra. o programa que agora mesmo acabou teve como convidado Manuel Carvalho da Silva, presidente da CGTP.
foi confrangedor.

MCS é um homem inteligente e de raciocínio ágil. Muito mais do que a esmagadora maioria dos políticos que n
os governam, pois no actual poder político reina a mediocridade e a loucura. No entanto, quando MCS mete as pálas do preconceito ideológico à frente dos olhos, aquele preconceito ideológico que o mundo inteiro viu desabar há 20 anos, MCS torna-se num paradoxo e presa fácil em qualquer debate, nem sendo necessário recorrer a gente da elevadíssima envergadura de João Duque ou Henrique Medina Carreira.


Falemos com sinceridade, MCS: o País está farto de fazer redistribuição de riqueza. Em mais ou menos 3 décadas o estado fez duas expropriações brutais da riqueza dos privados: primeiro quando nacionalizou as empresas, em 13 de Março de 75, e depois quando privatizou as empresas antes nacionalizadas, algumas na penúria, fruto da gestão estatal. Temos uma carga fiscal brutal, havendo mais de 6 milhões de portugueses que vivem do rendimento que o estado lhes dá! Isto é redistribuição da riqueza todos os dias!


O nosso problema é o estado. Deseduca os pobres – agora nem os quer chumbar (!!!), pois os ricos há muito que debandaram para o ensino privado –, faz a injustiça – absolve os ricos e poderosos e castiga os pobrezinhos que não conseguem arranjar advogados que lhes arrastem os casos até à prescrição –, trata cada vez pior e mais tarde as doenças dos pobrezinhos – os ricos recorrem cada vez mais à medicina privada –, etc, etc, etc!


Como disse Ronald Reagan: “o estado é o problema”.


Perante isto, MCS o que é que propõe? Que haja uma estratégia de desenvolvimento e de investimento. Pergunta Medina Carreira: de quem? Quem é que cá vai investir? MCS engasga-se, contorce-se, desvia-se do tema, contradiz-se, etc, terminando o programa zangado! Nunca vi ninguém apanhar um baile tão grande.


É pena, porque MCS é inteligente. Só que tem que se abrir para a realidade e ver que o Muro caíu há 20 anos. E só os loucos querem voltar para trás!


MCS: há dois tipos de pessoas na face da Terra: os "Galileus", curiosos e que observam o mundo que os rodeia e o tentam interpretar, e os inquisidores, que lêem as escrituras todas, sabem os autores todos, têm sempre argumentação na ponta da língua.


Só que, na maior parte das vezes, completamente desfasada da realidade



Estado geral

2010-07-12T23:45:22.194+01:00

ouvi hoje Alexandre Soares dos Santos na SIC Notícias

disse, às tantas, uma grande verdade: "o 25 de Abril na economia ainda não foi assim há tanto tempo quanto isso, e as pessoas ainda se lembram".

pois tem toda a razão. o problema é que a sociedade portuguesa, hoje, está pior do que em 74. em 74 muitos eram enganados por uma falsa ideia de felicidade que era o comunismo. mas o Muro caíu, faz 20 anos. e hoje quase 20% da população continua a insistir nessa barbaridade que é o comunismo. só se explica isto por fanatismo ou estupidez

os outros, os ex-comunistas que engordaram, viraram PS e apoiam Sócrates. mas o respeito por valores essenciais da democracia, da justiça e da verdade continuam a não existir nas suas cabeças.

só assim se explica que um deputado roube um gravador e não se demita. é a medida do nosso atraso.

que merecemos inteiramente. 60% dos portugueses votaram na esquerda. coitados mas é dos restantes 40% - eu incluído.

talvez os kits para educação sexual,comprados numa sex-shop qualquer, resolvam isto...



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2010-02-12T23:27:21.687+00:00

sacado da net, mas concordo com tudo. aqui vai o textozinho:o problema da maçonaria e da sua ligação a certos sectores do estado é uma questão extremamente delicada - basta ter por exemplo em conta as declarações no julgamento do caso Moderna do dr Braga Gonçalves, em que disse que havia uma estratégia da sua loja maçónica para controlar o mais possível sectores importantes do estado. eu não sou maçon (Deus me livre!), detesto a maçonaria e todo o mal que ela representa. no entanto, num estado de direito democrático assiste aos cidadãos o direito de se reunir, pelo que, embora eu não goste dessa organização, ela tem o direito de existir e quem gostar de a ela pertencer, caso ela aceite.o problema coloca-se no simples facto de se alguém pertencer a organizações que obrigam as pessoas a aceitar vínculos fortíssimos entre os seus membros, isso implica que esse alguém deixa de ter capacidade de exercer certos cargos do estado, que obrigam precisamente a liberdade de actuação e a afastamento dos diversos interesses existentes na sociedade. os casos flagrantes são os juízes e os magistrados do MP, embora em minha opinião haja outros que devem ser adicionados a esta categoria, como por exemplo funcionários judiciais, funcionários de serviços secretos, polícias e militares. coloque-se esta hipótese: um juíz maçon tem que decidir numa questão em que a maçonaria ou "irmãos" maçons têm interesse. pergunto: qual é a capacidade desse juíz em decidir com rigor e justiça, de uma forma isenta e independente, afastada de interesses e pressões, quando ele está a julgar uma questão em que "irmãos" maçons são parte interessada, tendo ele jurado com a própria vida defender esses irmãos acima de tudo?é óbvio que esse juíz está diminuído fortemente nas suas capacidades de julgar. em minha opinião, visto estar em causa valores fundamentais de um estado de direito democrático, como o é a independência da justiça, esses valores devem sobrepor-se a eventuais direitos de participação e associação de um indivíduo. até porque alguém só vai para juíz de forma voluntária.esta questão é hoje crucial no estado, em que por exemplo o presidente do STJ é associado à maçonaria, assim como elementos dos serviços secretos, juízes (especialmente do Tribunal da Relação de Lisboa), procuradores do MP, elementos da PJ, etc.esta questão não é nova: ainda recentemente foi levantada pelo presidente da Associação Sindical dos Juízes, e há alguns anos por Tony Blair em Inglaterra.porque é que os tribunais de Lisboa (STJ incluído) tomaram nos últmos anos as decisões que tomaram em inúmeros processos envolvendo políticos, maçons e não maçons? já pensaram:- nos processos da Leonor Beleza?- no caso Portucale?- caso "Casa Pia"?- recentemente nas escutas do "Face Oculta"?(as útimas 4 linhas são da minha autoria)[...]



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2010-02-05T16:19:24.580+00:00

AQUILO QUE TODOS QUEREM SABER:

Qual dos primos se irá tramar desta vez?



um funcionário de um banco suíço ofereceu ao estado alemão uma lista de cidadãos que terão, presumivelmente, fugido aos impostos

2010-02-05T13:50:25.717+00:00

http://economiafinancas.com/2010/02/deve-um-estado-comprar-material-roubado/http://www.agenciafinanceira.iol.pt/financas/evasao-fiscal-alemanha-suica/1136491-1729.htmlsugere-se a leitura das notícias referidas nos links apresentados. segue o comentário:esta questão coloca em cima da mesa a necessidade de uma profunda reflexão sobre o papel do estado. nos países da união europeia os estados estão com uma carga fiscal brutal e com défices monstruosos. Na Suíça, país fora da União Europeia mas pertencente ao espaço económico europeu, as contas públicas estão equilibradas, a carga fiscal é irrisória quando comparada à carga fiscal na EU, as instituições funcionam, há uma moral comum extremamente desenvolvida, que faz com que haja pela parte dos cidadãos uma cultura de trabalho e cumprimento das regras estabelecidas. Há ordem, bem estar social e prosperidade como em mais nenhuma parte da Europa, com uma população multi-étnica, multi-linguística (são línguas oficiais o alemão, o francês, o italiano e o romanche) e multi-religiosa (católica, protestante, calvinista, judaica, e, hoje, também muçulmana, fruto da imigração) que convive em paz. Há participação dos cidadãos na política (em geral há pelo menos 3 referendos por ano para que a população possa deliberar sobre inúmeras questões, como reformas na justiça, economia, opções sobre obras públicas, etc, etc, etc). Há justiça, há ensino da maior qualidade (as universidades de Zürich e Lausanne são sistematicamente colocadas no topo dos rankings das universidades mundiais), há enorme preocupação ecológica. A pobreza é residual, sendo impossível diminuí-la, porque na Suíça segue-se o princípio, correcto quanto a mim, de que as pessoas não devem viver da “solidariedade”, mas sim do trabalho, que, como dizia Adam Smith, “é a única forma de produção de riqueza”. Quando se viaja na Suíça está-se sempre a passar em frente a fábricas de produtos que todos conhecemos e consumimos – eu pergunto o que dirá um suíço ao passear por Portugal, será que ele conhece os poucos produtos que nós cá produzimos? Ao seu estado os suíços chamam “Treuersystem” – sistema fiel. Porque os protege no que tem que proteger. Porque gera a ordem pública. Porque serve os cidadãos. Na Suíça tudo funciona, e bem. Para um português, é um choque positivo quando lá chega, e um choque extremamente negativo quando de lá regressa. Posto isto, colocar-se esta questão: deve a Alemanha ou não comprar informações obtidas de forma ilícita apenas para poder sacar mais uns milhões em impostos? A única resposta possível que uma pessoa honesta daria é um rotundo NÃO! O sigilo bancário é um valor essencial numa sociedade. Remete para a privacidade do cidadão, que é um valor indiscutível e fundamental. No entanto, investigação criminal é, por definição, as autoridades competentes intrometerem-se na e coscuvilharem a vida privada dos cidadãos, se necessário, para averiguarem se este cometeu algum crime. Al Capone não anunciava no jornal quem ia matar no dia seguinte, e quem era o seu súbdito que seria encarregue dessa missão. Hoje em Portugal contesta-se o facto de haver escutas ao primeiro ministro por ser uma intromissão na sua vida privada. Contesta-se até, pasme-se, o facto de se reproduzir nos media declarações que o primeiro ministro (provavelmente o pior de que há memória) fez em voz alta num restaurante (espaço de acesso público), de tal forma que as pessoas que estavam na mesa ao lado ouviram. No entanto acha-se que não deve haver sigilo bancário, devendo haver um verdadeiro “striptease” das contas bancárias dos cidadãos. A contradição é evidente, e a preservação do sigilo banc[...]



Outra vez não - JN

2010-01-29T12:40:39.297+00:00

Outra vez não - JN



Cuidado que é segredo de justiça, ou a divulgação pública de escutas telefónicas

2010-01-22T22:16:19.841+00:00

O direito e a justiça são bens essenciais demasiado preciosos para serem deixados apenas para os juristas. Além disso, o direito e a justiça devem traduzir um conjunto de valores transversais à sociedade, e não ser um terreno privativo só de alguns. Serve isto para introduzir uma pequena reflexão sobre o segredo de justiça.Nestes últimos tempos a esquerda vem referindo a violação do segredo de justiça como sendo o pior defeito do funcionamento dos nossos tribunais. Fala-se da incapacidade da justiça em condenar evidentes culpados e ressercir as vítimas mas o pior problema é a violação do segredo de justiça. Fala-se da corrupção generalizada que mina o estado português mas o pior problema é a violação do segredo de justiça. Qualquer acção demora uma eternidade ou prescreve mas o pior problema é a violação dosegredo de justiça. Há uma (quando muito) branda justiça para ricos e uma severa justiça para os pobres, incapazes de contratar bons advogados que consigam emperrar ao limite o desenrolar dos processos, mas o problema é a violação do segredo de justiça. Com frequência há decisões aberrantes dos nossos tribunais, que violam os mais elementares princípios de justiça e bom senso, mas o único mal é a violação do segredo de justiça. Há casos aberrantes na nossa magistratura, como a suspensão da classificação de um magistrado por causa de um processo no qual ele não é tido nem achado, ou procuradores que vêm à televisão fazer o papel de advogados de defesa dos suspeitos, mas o problema é a violação do segredo de justiça.Esta postura traz à memória a "Ormetà", juramento cuja quebra é punida pela Máfia com a pena de morte. É que são, precisamente, as organizações criminosas que baseiam boa parte do seu funcionamento e sucesso no segredo e na descrição.O segredo de justiça é fundamental no sistema judicial por várias razões, que poderiam ser bem explicadas por juristas competentes - aqui realça-se as três seguintes:- só em segredo é que muita investigação pode ser feita com sucesso, sem que haja, por exemplo, destruição de provas.- só em segredo é que se consegue deter prevaricadores sem que eles consigam fugir, por exemplo, para o Brasil.- casos há, como por exemplo o crime de violação, em que o segredo serve para preservar a imagem da vítima de uma humilhação social.No entanto, o próprio segredo tem limites. a esquerda, que só fala que andou a combater o fascismo, parece esquecida dos tribunais da PIDE, onde as pessoas eram condenadas em julgamentos arbitrários à porta fechada. Serve isto apra ilustrar o facto de que a partir de certa altura toda a actuação da justiça deve ser pública, por forma a que possa ser escrutinada e fiscalizada por todos. O livre acesso aos julgamentos e o público escrutínio da acção dos tribunais é um princípio fundamental de um estado de direito, que remonta, pelo menos, aos tempos da Revolução Francesa. É parte da tradução prática do princípio de equilíbrio e mútua fiscalização dos poderes do estado. Por isso, em especial para casos e julgamentos que prescreveram ou transitaram em julgado, não faz sentido falar em segredo de justiça. Em especial quando estão em jogo importantes interesses da sociedade. Como é exemplo o apuramento de eventual tráfico de influências realizado por personalidades do estado tão ou mais relevantes do que directores gerais. Ou o viciamento de competições desportivas que envolvem importantes actividades económicas.Hoje voltou-se a falar da violação do segredo de justiça por causa do caso "Apito dourado". E foi muito bom esse eventual segredo ter sido violado. Afinal, o caso já transitou em julgado! Os portugueses puderam[...]



o Alegre e o Louçã, com Sócrates pelo meio

2010-01-19T19:20:16.343+00:00

Manuel Alegre anunciou o início da sua marcha rumo às eleições presidenciais do próximo ano. Atendendo ao calendário eleitoral, fê-lo cedo demais, abrindo cedo o jogo e correndo riscos desnecessários. Tornou uma corrida eleitoral numa maratona eleitoral, restando saber se tem fôlego para correr até ao fim.E fê-lo apenas numa estratégia de condicionar o PS. Alegre quer impor-se como o candidato único da esquerda. Ao fazê-lo, pode ter ditado a sua sentença de derrota nas presidenciais. Por várias razões.Alegre não ganha sem o apoio maciço do PS, quer dos eleitores quer do aparelho. Ora este tem alguma memória, e, além disso, não gosta que lhe seja imposto o candidato, gosta de gozar o poder de poder decidir por si. Por outro lado, o PS está em crise perante as severas dificuldades governativas, pelo que o ambiente no seu interior vai começar a aquecer e as divisões a surgir. No aparelho não falta quem esteja à espreita para fugir de Sócrates, pensando no futuro. Alegre contribuíu para este ambiente ao entrar num jogo duplo de alinhar com a esquerda ao PS criticando o governo da esquerda do PS. É a teoria do rato: é sempre o primeiro a abandonar o barco às primeiras pingas de água no seu interior. E Alegre escolheu saír por bombordo.Ninguém ganha sem o apoio do eleitorado do "centrão", que ora vota PS ora vota PSD. E é extremamente improvável que Alegre, figura da esquerda profunda do PS e amigo do Bloco, venha a receber votos do centrão. Qualquer caloiro de estratégia no PS teria preferido uma figura mais central no espectro político, mais consensual na sociedade, ao jeito de, por ex., Jaime Gama. Alegre é profundamente desagradável a esse eleitorado. É laico, provavelmente maçon, e sempre esteve ao lado das denominadas "causas fracturantes". E isto paga-se.Cavaco joga bem no facto de ser um político não-político. Disse há tempos que não era político profissional. Tem profissão de recuo, tem trajecto profissional. O povo gosta disto, pois detesta políticos, para mais numa altura em que parte do PS é arguida e/ou suspeita em processos de corrupção. Alegre é deputado desde 76, não se lhe conhecendo outra actividade profissional. É do sistema, quer queira quer não, e com o pior que o sistema tem.Louçã é do anti-sistema. É anti tudo, só sabendo destruir. Mas sabe vender isto, que é nada, muito bem embrulhado, com rótulo de progressista, vanguardista. Soube-lhe a pato a candidatura de Alegre, mais ainda numa altura tão sensível como esta em que é à direita que Sócrates está a negociar o Orçamento de Estado. Louçã prepara-se para retirar louros deste facto, acusando quem se aliar a Sócrates de ser cúmplice na degradação da situação económica e social do País. A juntar a isto, através de Alegre, tem ainda o poder de condicionar o PS nesta decisão tão importante. É goleada de Louçã contra o PS.É que, se Cavaco ganhar, vai cumprir-se certamente a tradição da 2ª República: 1º mandato presidente completamente ausente, 2º mandato presidente hiperinterveniente. E disto quer Sócrates fugir como o diabo da cruz, apenas conseguindo se Cavaco não for reeleito. É que Sócrates sabe que, se casos como o da Universidade Independente ou do FreePort tivessem ocorrido durante o 2º mandato de Cavaco, este não teria assobiado para o lado. Para mais, Sócrates sabe que vai ter uma conjuntura extremamente difícil. As taxas de juro vão começar a subir em breve, o desemprego não vai parar de aumentar e o défice vai ter que ser reduzido, provocando a diminuição severa da capacidade do estado em intervir e em acudir. Em breve a sua popularidade vai começar a baixar, fruto das circunstâncias. Por [...]



100 anos de República...

2010-01-08T13:20:59.959+00:00

O texto a seguir não é da minha autoria. Pelo seu teor, merece transcrição.Sem mais delongas... " Mais de 500 iniciativas e 10 milhões de euros em 365 dias!!!!Esta é a estimativa, sem derrapagens das comemorações do centenário da república.(In)felizmente que se comemora a implantação da república e não a existência de Portugal como País independente, que ocorreu a 5 de Outubro de 1143 em Zamora, porque não sei quais seriam os custos de 900 anos da nossa história.Será importante numa altura de crise, numa altura em que aumenta o desemprego em que fecham diariamente pequenas e médias empresas, reflectir sobre os custos desta nossa República e das comemorações do seu centenário.De facto, em cerca de 900 anos de história, 800 foram passados em regime Monárquico.Foi sob essa forma de regime que Portugal se tornou um País independente, foi sob essa forma de regime que defendeu a sua independência e fixou as suas actuais fronteiras.Foi ainda, sob esse regime que Portugal deu a conhecer novos mundos ao Mundo e que surgiram e se desenvolveram os futuros Países Lusófonos.Foi durante o regime Monárquico que se deu a independência do Brasil, uma descolonização exemplar, sendo hoje uma das grandes potências a nível mundial e seguramente a maior da América Latina.Foi com o regime Monárquico que Portugal aboliu em 1 de Julho de 1867 a pena de morte.Portugal foi o primeiro estado do mundo a prever a abolição da pena de morte na Lei Constitucional.A esse propósito escreveu Victor Hugo:Está pois a pena de morte abolida nesse nobre Portugal, pequeno povo que tem uma grande história. (...) Felicito a vossa nação. Portugal dá o exemplo à Europa. Desfrutai de antemão essa imensa glória. A Europa imitará Portugal. Morte à morte! Guerra à guerra! Viva a vida! Ódio ao ódio. A liberdade é uma cidade imensa da qual todos somos concidadãosE ainda, foi durante o regime Monárquico que Portugal aboliu a escravatura em 1869, tornando-se o 1º País do Mundo a abolir tal prática."Fica abolido o estado de escravidão em todos os territórios da monarquia portuguesa, desde o dia da publicação do presente decreto.Todos os indivíduos dos dois sexos, sem excepção alguma, que no mencionado dia se acharem na condição de escravos, passarão à de libertos e gozarão de todos os direitos e ficarão sujeitos a todos o deveres concedidos e impostos aos libertos pelo decreto de 19 de Dezembro de 1854."D. Luís, Diário do Governo, 27 de Fevereiro de 1869“Os primeiros escravos a serem libertados foram os de pertença do Estado, pelo Decreto de 1854, mais tarde, das igrejas, pelo Decreto de 1856. Com a lei de 25 de Fevereiro de 1869 proclamou-se a abolição da escravatura em todo o império português.”Passemos agora em revista os 100 anos da República Portuguesa.Ditadura Militar – 1926 a 1933 (8 anos)Estado Novo – 1933 a 1974 (41 anos)PREC – 1974 a 1976 (2 anos)Total – 50 anosSerá que as comemorações dos 100 anos da República Portuguesa se vão resumir aos últimos 36 (com o PREC incluído…. ou não) e aos primeiros 16?Será que se vão “esquecer” da “exemplar descolonização”, será que se vão esquecer das sevícias do PREC, será que vão branquear Timor?Vamos gastar 10 milhões de euros do orçamento do Estado a comemorar exactamente o quê?O assassinato do Rei D. Carlos e do Príncipe D. Luís Filipe?Salazar, Marcelo Caetano e o Estado Novo?As prisões arbitrárias e as sevícias do PREC?As invasões e ocupações das propriedades privadas?Os assaltos às sedes dos partidos políticos?A descolonização exemplar? No maior desrespeito por todos aqueles que trabalharam para ajudar a construir os[...]



Frontalmente descortéx

2010-01-05T23:46:10.786+00:00

Há coisas que parecem improváveis. Como a de ver o jornal i a publicitar um novo blogue do Sr. Ferreira e da Menina Joana Dias. O que certo é que, inadvertida ou, melhor, lamentavelmente, me achei a "clicar no link" do referido blogue. Primeira impressão, nada de inesperado, nada de extraordinário, um texto que até tem a sua graça literária da autora... até ler a publicação pelo Sr. Ferreira, de ontem, sobre Bento XVI... É muito bonita a liberdade de expressão. Mas há que estar à altura de ter o direito a usufruir desse privilégio. O Sr. Ferreira não está. É pena. Com os seus pergaminhos, como é que se permite proferir semelhante afronta. É perfeitamente admissível que não concorde, não creia, desconfie, critique... mas, nem que fosse por mero respeito à figura institucional, à importância que o cristianismo teve, tem e terá neste país, impunha-se um dever de respeito, para com o Papa. Para com todos os católicos. Há mesmo coisas improváveis, Sr. Nobre que redigiu o artigo... onde havia notícia, o autor passou-lhe ao lado. Lamento. Sinais dos tempos. Falasse o Sr. Ferreira de um Aiatolá ou de um Imã...



Podridão

2009-12-08T14:54:58.842+00:00

a democracia portuguesa está gravemente doente. nunca vi um país em tanta agitação apenas dois meses após as eleições legislativas.

o PS foge da justiça como o Diabo da Cruz. Vá lá, sempre tem os seus aliados nos tribunais, que lá o vão safando.

o cromo-mor do PSD, aka Pedro Passos Coelho, lá se vai pondo em bicos de pés, para ver se chega ao poder. agarra-se à sua cara bonita, porque mais nada tem - como primeiro ministro seria uma versão embelezada de José Sócrates

a coisa está a ficar feia. muito feia mesmo



So*cr*a*t_e_s

2009-11-11T19:08:55.447+00:00

Será que o S.o*c´´´ra.t'e$s é desta que vai preso!!!
Qual seria o teor das e*s*c*u*t*a*s, para se estar a falar tanto.
O Supre***mo já arquivou.... isto é do melhor no País da Tanga.

Desculpem os sinais, mas estamos a ser lidos por mais gente




1 Comentários

2009-10-25T15:41:05.737+00:00

PARA ENCERRAR DE VEZ O ASSUNTO:

José Saramago diz que Deus deveria ter vedado a macieira com rede. A afirmação evidencia que Saramago não percebe nada de Deus, não percebe nada da Bíblia, nada da religião cristã nem percebe nada da liberdade do Homem. Perante isto, insisto, o assunto não merece mais discussão.



Saramago 2

2009-10-23T00:26:09.114+01:00

É mesmo lamentável que arraste tantos atrás dele e das suas diatribes! Para ateu, é curiosa a tendência que tem em se inspirar na Bíblia...! Quem desdenha quer comprar? Parece é que não tem qualquer intenção de escrever sobre o Corão...
Ah valente!
Será desvalentia ou porque nas arábias não há intelectuais de esquerda ávidos de livros a pôr em causa os valores religiosos da sociedade "burguesa" em que se sentem inseridos?



0 Comentários

2009-10-21T22:37:42.956+01:00

Saramago

Todos a falarem sobre o Saramago e das palermices que ele diz.

Reparem que o Nobel está á beira de se converter. Está numa guerra interior enorme.

Já só diz disparates.



sobre a imigração e a emigração

2009-10-19T19:21:27.850+01:00

o escritor destas linhas é alguém que respeita muito mais um negro senegalês animista honesto e trabalhador do que um português caucasiano sorna e vigarista. e há muitos portugueses assim.o escritor destas linhas é alguém que considera muito mais um asiático hindu do Bangladesh sério e aplicado do que um português manhoso que tenta levar a água ao seu moinho, não pelo trabalho honesto, mas sim pelo conhecido, pelo grupo onde se insere, pela maçonaria onde se quer inserir, pela cunhazita, pelo jeitinho, pelo tráfico de influências. e há muitos portugueses assim.fala-vos alguém que admira muito mais um boliviano escrupuloso e competente do que um portuga armado em chique, de seriedade duvidosa. e há muito portuga assim, e prosperam... geralmente de fato, gravata e automóvel de último modelo, assíduos frequentadores dos melhores "bataclãs" e restaurantes da moda, são parolos profundos, bastando sentarem-se à mesa e pegarem no talher para a parolice lhes vir logo ao de cima. em especial em Lisboa esta espécie prolifera e prospera.serve isto tudo para referir que é uma enormidade as limitações políticas às migrações. por várias razões:por razões históricas: de alguma forma, somos descendentes de emigrantes. reduzindo ao absurdo, se tivesse havido as actuais restrições políticas às migrações, a humanidade teria ficado reduzida ao Crescente Fértil. o mundo foi, é e será sempre feito de migrações.por razões históricas: a globalização e o processo de migrações em massa terão sido impulsionados, se não iniciados, pela epopeia portuguesa dos Descobrimentos, provavelmente a única coisa de jeito que Portugal terá feito ao longo da sua história. Ah! e, claro está, ter dado porrada nos espanhóis várias vezes.por razões históricas: Portugal foi e voltará brevemente, pelo actual estado de empobrecimento do país, a ser um país de emigrantes, desejando todos nós que os nossos conterrâneos sejam dignamente tratados nos países de acolhimento.por razões económicas: as migrações são cruciais para uma mais justa redistribuição de riqueza e são fundamentais para fomentarem o equilíbrio sócio-económico entre regiões, sabendo-se da teoria económica que as migrações das regiões mais pobres para as regiões mais ricas servem para minimizar as assimetrias no desenvolvimento económico.por razões sociais: as autoridades devem concentrar-se em andar atrás de quem anda a matar e a roubar, e não de quem simplesmente quer trabalhar.por razões sociais: alguém que seja clandestino num determinado país não pode recorrer às autoridades desse país para que lhe seja prestada assistência policial ou de saúde, por exemplo, sendo atirado para a marginalidade e ficando à mercê das máfias ou de empregadores pouco escrupulosos - espécie abundante em Portugal. as pessoas devem fugir dos ladrões e não dos polícias, e não ficarem à mercê dos ladrões e terem de fugir dos polícias.por razões sociais: alguém que conseguiu dar o salto e entrar na Europa fica sem hipótese de reversão, i.e., caso se dê mal, fica, mesmo assim, impossibilitado de regressar ao seu país de origem.por razões de política internacional: nenhum estado gosta de ver um seu cidadão expulso ou mal tratado pelas autoridades de outro país. as restrições às migrações apenas fomentam as máfias de traficantes ilegais de pessoas, fazem disparar o custo das viagens dos clandestinos, e obrigam estes a fazerem travessias maríti[...]



as eleições e a paz

2009-10-12T19:11:15.725+01:00

pronto, acabaram! agora só dentro de mais de um ano é que voltam as eleições. podemos todos ter paz e descanso.os cidadãos, porque vão poder descansar das campanhas eleitorais por uns tempos.os políticos porque viram ficar definidos os respectivos tachos por alguns anos.Pedro Santana Lopes porque viu que politicamente está defunto, podendo descansar em paz. Assim como Duarte Silva, Avelino Ferreira Torres e Fátima Felgueiras. esta última, se calhar, poderá ainda sofrer do síndroma de Vale e Azevedo (perco o poleiro e vou presa!). De entre os derrotados, vamos a ver qual é o futuro reservado a Jo|sé A|po|li|ná|rio - provavelmente uma secretaria de estado qualquer, sendo este ponto das poucas coisas que ficam ainda em aberto.E|li|sa Fer|reira e A|na Go|mes porque viram ficar definido o seu futuro como eurodeputadas, para seu grande descanso e desafogo financeiro.Em Coimbra Maia Seco perdeu, podendo os tubarões do PS ficarem descansados - Hen|ri|que Fer|nan|des e Ví|tor Bap|tis|ta livraram-se desta derrota, enfiando o barrete a um "independente" e podendo guardar-se para 2013, ano em que as eleições em Coimbra são a sério.resumindo: ficou muita gente em paz.por falar em paz, houve um nobel da dita para Obama. nem bin Laden teria feito tanto mal a Obama, por muitos aviões que tivesse feito explodir nos Estados Unidos. foi uma bomba atómica de veneno! e bem envenenada. passo a explicar:os prémios costumam ser atribuídos quando se faz um balanço da actuação que alguém, numa qualquer actividade, protagonizou - pretérito perfeito do indicativo. é um balanço final. se for positivo, elogia-se e dá-se prémio respeitável, daqueles em que os congratulados aparecem em pose vaidosa na fotografia. se for negativo, critica-se e dá-se um daqueles prémios que os americanos inventaram para premiarem os piores vestidos, as piores actuações, etc, em que os premiados nem aparecem na cerimónia.ora o prémio foi atribuído a Obama no início do seu mandato. o balanço ainda é residual, pois naturalmente o homem ainda pouco fez. não se premiou a realidade, mas sim a imaginação. quem foi premiado não foi o Presidente Obama, mas sim o Mito Obama. Mito feito pela imprensa, por muitas e variadas razões.ora isto é o pior espartilho que se poderia enfiar a Obama. porque provoca um início de mandato em cheio, criando enormes expectativas, o que gerará, sem sombra de dúvida, a médio prazo enormes desilusões naqueles que agora se regozijaram com este prémio. é como o Orson Welles: primeira obra magnífica, depois foi sempre a descer.Por outro lado, porque ele fica irremediavelmente amarrado a este Nobel, tornando-se muito mais reduzida a sua capacidade de actuação na cena internacional - um Nobel da paz não pode usar a força. numa altura em que há questões complicadas na política mundial - Palestina - Israel, Irão, Paquistão, Afeganistão, Al Qaeda, China, etc, Obama fica praticamente sem capacidade para usar a força. a menos que haja um largo consenso internacional, o que é raro e extremamente improvável. tem os tanques e os mísseis e os porta-aviões e os caças invisíveis, mas tudo quieto e paradinho.até eu, que teria votado McCain, fiquei com pena de Obama. isto foi a pior maldade que lhe foi feita.e é crucial para a humanidade que Obama seja um bom presidente dos EUA.[...]



mais uma sobre o "Porto Livre", em Alcochete - em pleno Deserto Linista

2009-10-07T13:08:50.009+01:00

anda a circular este email na internet. transcrevo-o tal como o recebi.
diz:

Vale a pena ver, e especialmente divulgar...
A peça que Sócrates quis abafar...ouçam antes que desapareça...Vejam enquanto se pode...

É esta a peça que Sócrates não queria que fosse ouvida e Manuela Moura
Guedes ia apresentar na sexta-feira...

Por enquanto...está aqui...depois a censura apagá-la-á!!!

peça preparada sobre o outro primo do primeiro-ministro, José Paulo
Bernardo Pinto de Sousa, a.k.a. «O Gordo», algures em Benguela.





Ainda a propósito do 5 do 10

2009-10-07T00:06:29.506+01:00

Engraçado o PR quando apelava a que o dia 5 de Outubro "deve ser um dia para unir todos os portugueses". Ignora porventura que os há que não partilham a sua visão? Que, ainda porventura, interpretariam diversamente essa sua frase? Digamos... deve unir sim, mas para restaurar a monarquia?
Engraçado o Professor Carvalho Homem, em declarações publicadas no Diário de Coimbra, quando coloca de um lado os republicanos e democratas, doutro os monárquicos.
Engraçada, comico-trágica, se não fosse patética, essa visão unilateral que os que se intitulam de republicanos têm das coisas.

A esses respondo citando ,ironicamente, José Régio: NÃO VOU POR AÍ!
http://www.youtube.com/watch?v=OexuXLZcHkY