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Luta Social



Colectivo Anti-Autoritário de Luta de Classes: iniciativalutasocial@gmail.com



Updated: 2017-07-23T03:31:07.224-07:00

 



A NATO É INIMIGA DOS POVOS, É A GUERRA, SINTRA 3 E 10 DE ABRIL

2011-05-18T12:25:11.350-07:00

CICLO DE CONVERSAS
A Plataforma Anti-Guerra Anti-NATO (PAGAN) apresenta um ciclo de conversas no bar 2aoQuadrado, em Sintra, aos sábados, sempre às 17h00.

Próximas sessões:


3 abril - NATO: o «novo conceito estratégico» com Vítor Lima


10 abril - Acção directa não-violenta: pacifismo e anti-militarismo com Manuel Baptista


Rua João de Deus, 70, Sintra (atrás da estação de comboios)

http://antinatoportugal.wordpress.com

http://bar2aoquadrado.blogspot.com
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[Porto] Fundação de Serralves despede trabalhadores que não se conformavam com a sua situação de precariedade ilegal

2011-05-18T12:25:11.350-07:00

Comunicado de «FERVE» e de «Precários Inflexíveis»:

FUNDAÇÃO DE SERRALVES DESPEDE 18 TRABALHADORES/AS A FALSOS RECIBOS VERDES


A Fundação de Serralves tem um horário de funcionamento.
A Fundação de Serralves tem uma recepção, uma bilheteira, um bengaleiro.
A Fundação de Serralves tem recepcionistas que asseguram estes serviços, permanentes e imprescindíveis.
A Fundação de Serralves tem recepcionistas que asseguram estas funções há mais de cinco anos.

A Fundação de Serralves saberá que deveria ter celebrado contratos de trabalho com estes/as trabalhadores/as, visto tratarem-se de pessoas que utilizam material disponibilizado pela entidade empregadora, visto utilizarem uma farda da instituição, visto estarem inseridos numa equipa, visto terem chefias, visto estarem na dependência económica da entidade que as contrata: tudo critérios que permitem aferir a existência de um contrato de trabalho e não de trabalho independente.

A Fundação de Serralves sabe que estas pessoas são falsos recibos verdes.

No entanto, em vez de regularizar a situação contratual destes/as trabalhadores/as, a Fundação de Serralves optou por 'convidá-los' a constituírem-se como empresa para que pudessem continuar a desempenhar as mesmas funções de sempre. A esta chantagem a Fundação de Serralves chama "apelo ao empreendedorismo"



O FERVE denunciou esta situação publicamente, à Autoridade para as Condições de Trabalho (que efectuou já uma acção inspectiva à Fundação de Serralves) e também junto dos partidos políticos (o que motivou uma pergunta do Bloco de Esquerda ao Ministério da Cultura e uma outra ao Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social).



Agora, a Fundação de Serralves enviou uma carta a todos/as os/as recepcionistas, informando-os/as de que, a partir de 12 de Abril, deixam de trabalhar naquela instituição.



O FERVE e os Precári@s Inflexíveis consideram inenarrável o comportamento que a Fundação de Serralves tem vindo a assumir, alheado do cumprimento da lei, desprovido de moralidade, dignidade e respeito para com as pessoas que, ao longo de anos, trabalharam nesta instituição.

Estamos total e incondicionalmente solidários com estes/as trabalhadores/as e continuaremos a desenvolver acções de solidariedade para com eles/as, que serão comunicadas nos próximos dias.



FERVE e Precári@s Inflexíveis;

--
FERVE
Fartos/as d'Estes Recibos Verdes
www.fartosdestesrecibosverdes.blogspot.com

PETIÇÃO: ANTES DA DÍVIDA TEMOS DIREITOS
http://www.antesdadividatemosdireitos.org/

1 MAIO - O PRECARIADO SAI À RUA!

MayDay Porto
www.maydayporto.blogspot.com

MayDay Lisboa
www.maydaylisboa.net
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Banco Mundial: “Nosso Sonho: Um Mundo Sem Pobreza"

2011-05-18T12:25:11.350-07:00

[retirado do site do grupo anti-militarista Tortuga, de Alicante, Espanha]

O Banco Mundial tem o slogan no seu edifício central de Washington: “Nosso Sonho: Um Mundo Sem Pobreza”.

Entre 1970 e 2001, a dívida externa dos países do Sul foi multiplicada por 35.

O Banco Mundial é um dos organismos encarregues de gerir o pagamento dos juros dessa dívida multilateral.

Os economistas do Banco Mundial sabem que [... graças a eles...] este “sonho” nunca chegará a cumprir-se.

Segundo as regras do capitalismo, é preciso maximizar os lucros no tempo mais curto possível.

A desigualdade não é uma consequência possível deste sistema, é antes uma condição indispensável para que funcione.

http://www.letra.org/spip/article.php?id_article=3381
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Sinticatos obrigaram governo a recuar

2011-05-18T12:25:11.351-07:00

O Ministério da Educação decidiu retirar as alterações que apresentou esta semana ao Estatuto da Carreira Docente, muito contestadas pelos sindicatos de professores, com o intuito de terminar rapidamente o processo de revisão daquele diploma.
Acordo no ministério após as conversações sobre o estatuto da carreira docente

“O Ministério da Educação não quer que se atrase a aprovação desta legislação de que as escolas, os professores e os pais necessitam. Por isso, o Governo retirou da agenda todas as matérias que vão para lá do acordo [de Princípios assinado em Janeiro] e considero que estão assim reunidas as condições para encerrarmos rapidamente este processo”, anunciou o secretário de Estado adjunto e da Educação, Alexandre Ventura, em conferência de imprensa.
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Reflexão e luto em memória de um professor acossado ao suicídio

2011-05-18T12:25:11.351-07:00

Nas nossas escolas existem muitos «Luíses», professores e professoras; estão de facto a ser assediados pelas direcções, pois elas NÃO AGEM, não intervêm quando têm meios e poderes para o fazer. Esta insensibilidade deriva do facto de se ter instaurado (como nas empresas) uma cultura hierárquica, em que os mais graduados olham para os menos graduados, em termos de carreira, como se de inferiores se tratasse.Uma cultura de bajulação do poder político de turno e de esconder debaixo do tapete as situações de alteração da disciplina para eles/elas próprio/as não serem afectados/as na sua imagem.Só uma intervenção continuada dos núcleos sindicais nas escolas poderá dar um combate sério e eficaz a este mal, o qual veio para ficar, ou que ficará enquanto o neo-liberalismo ou pensamento único oprimir a escola e a sociedade.MBRetirado de http://bioterra.blogspot.com/2010/03/estimados-europeus-lamento-que-o-meu.htmlO texto que publico a seguir, da autoria de um colega e amigo do Luís, tocou-me. Oxalá a sua divulgação contribua para alertar os poderes políticos para a desconsideração com que os professores são tratados em algumas escolas.O Luís era uma daquelas pessoas já raras, porque digna, guiado por princípios e valores, exigente consigo próprio, tímido e muito metido com ele (era difícil arrancar-lhe um sorriso). Aos 51 anos, "solteirão", ainda contratado - o professorado é a única profissão em Portugal onde isto ainda acontece! - veio até nós, no decurso da luta pela Profissionalização, contexto onde convivi com ele directamente durante cerca de três anos.Portador de Habilitação Própria, foi eleito em Lisboa, em Plenário para a Comissão de Contratados, em 2004. Participou activamente em todos os protestos e acções reivindicativas da nossa Frente de Trabalho do SPGL, que levaram à conquista do Despacho nº 6365/2205 (profissionalização em serviço em ESE's e Faculdades).Era conhecido entre nós pelo ”freelancer" (alusão à sua segunda ocupação de jornalista eventual). Dotado de forte sensibilidade em relação ao mundo da informação e da comunicação social, propôs e pedia frequentemente, nas nossas reuniões, que os sindicatos encarassem esta frente (relações públicas) com outros olhos, mais eficazmente. A partir de 2006, não se recandidatou mais à nossa comissão de contratados.Encontrei-o mais tarde nas mega-manifestações de professores: estava na Escola EB 2,3 Ruy Belo, e achei-o disposto a não entregar os Objectivos Individuais, um verdadeiro problema de consciência moral, para ele.Depois disso, mais uma ou duas vezes, espaçadamente. Soube que tinha sido colocado na EB2,3 de Fitares, mas pouco mais. No passado dia 11 de Fevereiro, revi-o pela última vez, em Oeiras, já deitado no caixão na capela mortuária. Conversei longamente com a mãe, a irmã, a empregada doméstica. Vêm-me à memória as palavras do pai, militar aposentado: "o Luís era bom moço, quis ser bom até ao fim, só que não aguentou o inferno das escolas de hoje... Vocês têm que fazer qualquer coisa!"O Luís nos, últimos tempos, já tinha tomado friamente a decisão, inabalável. Por isso, não creio que nesse período, tenha pedido ajuda a ninguém. Segundo me disseram familiares, no velório, pela consulta do histórico do seu PC, ele, um mês antes e se lançar da ponte, consultava sites sobre suicídio, na internet. Escolheu o dia da sua morte coincidindo com a data de aniversário do pai, com o qual, aliás, se dava bem.O ambiente no velório foi impressionante, pela dignidade, revolta interior e tristeza da cerimónia, com alguns professores presentes, num silêncio de cortar à faca, só rasgado por frases em surdina, de justo ódio, visando os políticos responsáveis pela situação a que nos últimos anos chegou o Ensino Público. Foi, sem dúvida, dos velórios mais tocantes em que estive até hoje, mesmo estando já habituado a duras perdas, e tendo [...]



O Camarada Jean Ferrat, morreu aos 79 anos

2011-05-18T12:25:11.351-07:00

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Acção de resistência contra roubo de terras palestinas 3.3.2010

2011-05-18T12:25:11.351-07:00

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Dia 8 de Março - Dia Internacional das Mulheres - no Rossio às 17h30!

2011-05-18T12:25:11.352-07:00

Neste 8 de Março de 2010, a nível mundial, a Marcha Mundial das Mulheres vai realizar a sua 3ª Acção Global.
Em Portugal, a coordenadora portuguesa da Marcha Mundial das Mulheres, integrada por um número crescente de organizações da sociedade civil, está mobilizada para a uma acção no Rossio, no dia 8 de Março, a partir das 17h 30m que se prolongará até às 19h 30m.
Estaremos na rua, numa acção de sensibilização, de denúncia e de mobilização da sociedade para as muitas situações de desequilíbrio e de injustiça que justificam que as sociedades e as mulheres continuem a considerar a necessidade de celebrar o Dia Internacional da Mulher.
Queremos convidar-te a juntar-te a nós neste dia 8 de Março. Temos connosco vários grupos que irão animar do ponto de vista cultural esta nossa presença na rua, para além das "Marchantes" que acompanharão, ao longo de todo o ano de 2010 as diversas acções que vamos promover, em Portugal, na Europa e no Mundo, de acordo com um calendário que será anunciado no 8 de Março.
Tal como em 2000 e 2005 trouxemos com a Marcha Mundial das Mulheres os temas da Violência e da Pobreza, os valores da Igualdade, da Liberdade, da Solidariedade, da Justiça e da Paz, em 2010 os temas que nos movem são os mesmos mas queremos incidir sobre as questões do Bem Comum, do Trabalho das Mulheres, da Violência de Género e da Paz e Desmilitarização.
Sob o lema Mulheres em Marcha até que todas sejamos Livres! ficamos à espera de te reencontrar neste 8 de Março, participando na 3ª Acção Global da Marcha Mundial das Mulheres.

APARECE!

A Coordenação portuguesa da Marcha Mundial das Mulheres
http://marchamundialdasmulheres.blogspot.com/
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4 de Março - Organizemos a Greve Geral !

2011-05-18T12:25:11.352-07:00

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COM A UGT NÃO SE PODE CONTAR

2011-05-18T12:25:11.352-07:00

Criação da UGT/Açores permite sindicalização individual

Francisco Pimentel foi ontem eleito líder da UGT/Açores, durante o congresso fundador da União de Sindicatos dos Açores.
“Os sindicatos que constituem a UGT/Açores passam a ter uma organização própria, com poderes, para fazer face à autonomia administrativa da Região. É um passo importante que vai potenciar a actividade sindical na Região”, admitiu o primeiro presidente da UGT/Açores.
Com a criação deste organismo, será possível a “sindicalização individual”.
“Trata-se da forma encontrada para permitir que trabalhadores individuais se sindicalizem numa união, no caso a UGT, e como meio para possibilitar a criação de organizações sindicais em áreas onde não existem sindicados afectos à UGT”, explicou Francisco Pimentel.
Os sectores do Turismo e Construção Civil, por exemplo, são sectores sem a cobertura sindical da UGT, que podem beneficiar deste novo apoio. “Através da sindicalização dos trabalhadores podemos constituir uma organização sindical que os represente.
Até porque, afirmou, “sempre que não existem organizações sindicais para defender os trabalhadores existe uma tendência para abusos”, frisou.
O secretário-geral da UGT, João Proença, criticou à margem da cerimónia de tomada de posse de Francisco Pimentel, a política de congelamento de salários imposta pelo Governo na função pública, e defendeu que os “sacrifícios têm de ser igualmente distribuídos”.
Segundo João Proença, não é verdade que o congelamento de salários na função pública seja ditado pelas regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) já que, diz, Bruxelas “não impõe políticas”.
O sindicalista expressou ainda o “seu receio” face ao conteúdo da proposta do PEC.
Texto- Luís Pedro Silva
Fonte: açoriano Oriental, 28 de Fevereiro de 2010

Nota: Francisco Pimentel é dirigente do PSD- Açores e facilmente passa de sindicalista a Governante e vice-versa.
Outra curiosidade deste congresso foi o facto de ter terminado com duas palestras: uma por um membro do Governo (PS) e outra por um dirigente do PSD. Esta de se convidar um membro de um governo para ser orador numa actividade sindical teve como precedente o convite do Sindicato dos Professores da Região Açores que contou num seu plenário com o Secretário Regional da Educação.
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