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Novo Rumo



Novo Rumo - SAPO Blogs



Last Build Date: Wed, 04 Nov 2009 19:26:00 GMT

 



Os druidas do nosso tempo

Wed, 04 Nov 2009 19:25:33 GMT

    Independentemente da religiosidade ou da falta dela, os europeus conhecem bem as suas raízes, plasmadas hoje nos ordenamentos jurídicos, na arte exposta nos museus, arquitectura monumental e organização social.    Ao legado cristão devemos a própria ideia de Europa, a respublica christiana que acabou por conceder ao homem, aquele primado que o aproximou irreversivelmente da imagem de deus. As liberdades civis, a ideia de conhecer o outro e de respeitá-lo como semelhante, o esmagador património cultural que acabou por partir à conquista do mundo, deve-se a uma infinidade de nomes, desde aqueles que como Santo Agostinho ao Padre António Vieira, conformaram o sentido de devir de uma comunidade que mesmo pulverizada em múltiplos senhorios e obediências, entre si encontrava os essenciais pontos de encontro que fizeram uma cultura, esta no seu espectro mais amplo.    Há  uns tempos, um imã radicado na Alemanha, pretendia a erradicação de todas as manifestações exteriores que susceptíveis de conotação cristã, tornavam-se no seu sábio e barbudo  julgamento, em ofensas ao islão. Procissões, toques de sinos, exibição de arte "moralmente ofensiva" - nus, cenas religiosas e em último grau, a figura humana - e  espectáculos onde a música sacra de Haendel ou Bach fazem o programa, deveriam ser banidos dos sensíveis sentidos auditivos e visuais destes convidados de uma Europa que detestam e querem ver substituída pela sua concepção exclusivista de pastagem para borregos, cabritos, carneiros e outros espécimes caprinos. Como dizia há uns tempos a agnóstica e esquerdista professora Maria de Fátima Bonifácio, a Europa só o será, enquanto for cristã.   O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, decidiu a favor de um processo "levantado por uma mãe" contra a Itália, dando-lhe razão quanto ao caso da exibição de crucifixos nas escolas. A questão a colocar é simples: por cada mãe dessas, quantos milhares de outras existirão que pretendem continuar ver exposta a referência da sua identidade e que jamais foram auscultadas pelos magistrados que julgam inopinadamente? Estas decisões derivam geralmente de pressões exercidas por uma ínfima minoria activista, estranhamente ruidosa nos media e que pelo vociferar e chantagem moral, vai conseguindo minar uma após outras, sociedades até há pouco aceitavelmente homogéneas e onde a consciência de grupo - seja ele nacional ou de pertença a um espaço territorial conformado pela lei aceite -, significou a estabilidade, segurança geral e a identidade que estabelece a paz e o progresso.   Sem que vivalma os tenha alguma vez eleito ou escolhido  através de decisão de massas - embora sejam sempre muito pressurosos quanto à electividade de certas instituições -, estes novos curandeiros que se pretendem alçar à categoria de sumo-sacerdotes de uma anti-religião, pertencem por regra a núcleos bem identificados, uns já da provecta idade oferecida por dois séculos de predomínio e outros, os pobres patetas do imediatismo, com uma enorme capacidade de espolinhamento, arrogante cobardia, passividade crónica perante o agressor e desarrazoado mental que confirma a suposição de auto-destrutiva imbecilidade.   Curioso será verificar que quem mais se insurge contra as "velhas crendices" e cerimoniais milenares que amalgamaram os múltiplos contributos que do norte da Europa à foz do Nilo fizeram esta Europa, são exactamente os mesmos que caem de joelhos de baraço ao pescoço, ombros nus e vendas nos olhos. Deleitando-se com os pios de corujas em cemitérios abandonados, importunam a altas horas da noite os potenciais alvos para um muitas vezes indesejado noviciado, insistindo em rastejar sobre marmóreas lousas em xadrês e perdendo horas infindas em rituais dignos de qualquer filme de terceira categoria com pretensos a ficção científica pós-VIII Guerra Mundial, passado algures num sistema planetário distante e de exótico nome. Caveiras, punhais, olhos que piscam ou se arregalam, naperons[...]



VAI HAVER MAIS, COM TODA A CERTEZA

Thu, 22 Oct 2009 23:34:55 GMT

Foi para mim um privilégio poder ter participado no Novo Rumo, cujo convite verdadeiramente me supreendeu e motivou. O momento era irresistível. Razões pessoais impediram-me a assiduidade e a polémica. Frustração: projectei publicar um conjunto de Crónicas Constitucionais como contributo modesto para fazer alguma discussão pública sobre um assunto da maior relevancia colectiva, que os partidos do fast food socratiano e do desértico ferreiraleitismo, com acólitos decorativos arrastados pelos fundilhos das calças quiseram evitar como o Diabo foge da cruz (não sei se Saramago autoriza esta parte...). Mas nem isso consegui. Mas vai haver mais eleições com toda a certeza. Não sei que destino os companheiros desta aventura estão a pensar dar a este Rumo bem saudável e agradável que aqui vivemos uns mesitos. Eu, para já, é que não posso continuar a fingir que estou porque sei que não vou poder estar. Obrigado a todos, a começar pelos nobres leitores e até sempre. Afinal, ansamos sempre todos um pouco por aí, não é assim?...




Bla-bla,bla...

Thu, 15 Oct 2009 15:31:49 GMT

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Segundo O Diabo, a famosa alocução ao país vocalizada pelo marido da dra. Maria Cavaco Silva, seguiu integralmente o guião escrito pelo próprio. Como não podia deixar de ser, a supervisão, o "toque de artista",  alegadamente pertenceu à capadócia doutora.

 

O resultado foi o que se viu. O que se torna espantosa, é esta capacidade de desperdício protagonizada por uma instituição que desde os tempos de Mário Soares, sempre contou com enxames de assessores, bem pagos e nutridos pelo erário público. Por regra aceite como excelente, as grandes comunicações presidenciais - Obama incluído - são redigidas por gente experiente na matéria e com certos dotes literários. Nas Monarquias, o primeiro-ministro transmite ao monarca o texto programático do governo, para ser lido diante do Parlamento. Raras são as vezes em que o Chefe do Estado tem forçosamente de tomar uma iniciativa por motu proprio, tal acontecendo somente  em momentos de grave emergência. Evitam-se problemas institucionais ou os embaraços que rotineiramente liquidam o pouco que sobra da respeitabilidade da instituição republicana portuguesa.

 

Resta apenas dizer que quem quer repúblicas, paga-as!

 

 




Como temia, " novo rumo "para Portugal

Tue, 13 Oct 2009 18:46:24 GMT

nem vê-lo. Podemos dizer que tudo está como dantes...

Uma promessa, quanto a mim, claro, começou a desenhar-se no horizonte, saibam os seus dirigentes geri-la;  mesmo nas Autárquicas o CDS cresceu em número de mandatos, e o facto de continuar com uma Presidência de Câmara só, não é muito significativo, num país que funciona como todos sabemos.

Choca-me que tanto Autarcas - com duas honrosas excepções, que eu tenha ouvido,: Rui Rio e Fernando Seara - ( e logo por aí se vê o gabarito das pessoas...), como jornalistas, na noite das contagens, mas também aqui na Blogosfera, não tenham aludido ao papel do Partido na conquista das presidências onde foram coligados. Só lhes fica mal, muito mal.

As coisas têm de ser bem cimentadas, para não ruírem estrondosamente, e todos os que votaram no CDS, tornando-o num partido em evidente ascensão, têm o direito de exigir seriedade e trabalho aos seus dirigentes.

Daqui a algum tempo - veremos se quatro, se dois anos, como alguns prognosticaram -cá estaremos de novo a pedir um novo rumo...

Até lá!




No final o contribuinte acabará a pagar mais

Tue, 13 Oct 2009 14:04:46 GMT

   -Não conheço o estudo detalhadamente, nem tão pouco quais as recomendações que o próximo governo decidirá seguir ou deixará ficar no papel, mas conheço muito bem os socialistas para não esperar grandes alterações de fundo na política fiscal, entre o deve e o haver, com a desculpa de reformar o sistema, alguns impostos irão certamente descer outros subir, no final é certo que o Estado irá arrecadar mais receita enquanto o contribuinte ficará com menos dinheiro disponível para si. O problema continua a ser um Estado que gasta demasiado.




Impostos: Taxa Única

Tue, 13 Oct 2009 12:11:04 GMT

Parece que tencionam mexer novamente em impostos e taxas, e como habitual, irão subir uns, descer outros, se bem que em média no longo prazo sobem todos, porque a anterior proposta de descida de uma taxa em particular (ou escalão de IRS, etc), é como que "apanhada" na revisão seguinte, sem dúvida por necessidade de uma crise temporária, e acaba assim a ser equiparada com as outras que não desceram. Um processo típico de "atirar areia para os olhos". Certo é que a confusão para a população em geral é ... geral.

 

Por mim, continuarei a gostar da ideia de uma Taxa Única de Impostos para o IRS, IRC e IVA. 

 

E costumo propor uma taxa de 20% (e uma subida do rendimento isento de IRS). Ver por exemplo a mais recente proposta (via negócios.pt): "Os rendimentos de capitais, prediais e mais-valias pagariam uma taxa única de 20% e todas as taxas liberatórias vigentes desapareceriam. " O que representaria uma subida dos actuais 10% para valores cotados. Ao mesmo tempo a recomendação parece  indicar uma descida do IVA para 19%. E outras alterações.

 

Aquela taxa de 20% parece ser reconhecida como a máxima possível para não destruir o investimento quer por exemplo dívida pública como também do investimento em empresas. Espera-se que tal taxa tenha em conta a possibilidade de reinvestimento ou do carácter de não curto prazo (tal como a isenção acima de um ano de posse).

 

Mas o que seria estruturalmente muito positivo é que uma Taxa Única se mantivesse independentemente de poder assumir o valor de 19% ou de 21%.




Um comentário final aos resultados das autárquicas 2009

Mon, 12 Oct 2009 22:04:17 GMT

Ao contrário do que é amplamente aceite por aí – entre blogues e jornais – não considero que o grande derrotado destas autárquicas tenha sido o BE. É verdade que a sua votação em termos globais (3% dos votos expressos, num total aproximado de 167.000) é um péssimo resultado. Mas, o BE não tem um passado que o suporte nas autárquicas. O grande derrotado nestas autárquicas, em minha opinião, foi o PCP. Não só perdeu sete câmaras - Aljustrel, Beja, Viana do Alentejo, Vila Viçosa, Marinha Grande, Monforte e Sines -, das quais três (3) são cidades, como não recuperou ao PS algumas que esperava, como, por exemplo, Évora ou Odemira. A lição a tirar é clara como água limpa e darwiniana: quem não se adapta morre.   Quanto aos resultados em Lisboa... eles representam bem o paradigma do estado actual da política nacional. O PS ganhou, mas à conta da cupidez de outros, como se passa a explanar. O oportunista bloquista ex-bloquista Sá Fernandes – o Zé que já não fazia falta nenhuma – juntou-se ao PS para não perder o tacho emprego lugar. A aproveitadora manipuladora vereadora (e arquitecta) Helena Roseta traiu as convicções do movimento de parvos cidadãos que a apoiava – agora que parece ter ficado decidido (não sei bem por quem?) que só fica a poder empilhar-se contentores até uma altura de cinco (2,6x 5= 13,0 metros, só treze metros!) na doca de Alcântara – em troca do lugar de vice de António Costa, para ver se consegue apanhar alguns projectos municipais (ou, como se diz agora, de iniciativa municipal) quebrando o regime de exclusividade alimentar do vereador (e arquitecto) Manuel Salgado. O PSD perdeu (nem outra coisa seria de esperar) por causa da extraordinária falta de inteligência dos seus líderes. Tal como acontece na minha própria corporação profissional e em inúmeras outras, bem como na maioria das associações (desportivas, recreativas e até – pasme-se – aquelas ditas de solidariedade) alguns chicos-espertos continuam a pensar que obtém alguma vantagem ao denegrir o seu colega profissional ou o seu companheiro associativo. O que acontece, ao contrário, é que ao destruírem a imagem desse grupo a que pertencem, destroem a sua própria imagem , a sua própria credibilidade e o seu próprio futuro. É claro que o espertalhão engatatão cidadão Santana Lopes haveria de perder a Câmara porque ele próprio, com uma grande ajuda dos seus companheiros de partido, já havia tratado de destruir a sua própria credibilidade – de forma bastante definitiva, ao que parece. Mas, neste caso, quem perdeu mesmo foi a cidade Lisboa e os lisboetas, os quais só podem mesmo imputar as culpas à sua tremenda falta de memória colectiva, pois parecem ter-se esquecido completamente porque razão haviam dado a vitória no passado recente ao dito Santana Lopes. E agora vão apanhar um período “neo-joão-soarista” que lhes vai tornar a vida num inferno (ainda maior). É lamentável, mas merecido.   Quanto aos resultados em Oeiras também não concordo com o que por aí se diz nos blogues, sobre a alegada falta de ética dos eleitores do Concelho de Oeiras por terem votado no Isaltino Morais. Talvez isso se fique mais a dever à falta de qualidade dos seus adversários. Quem são, em termos de relevância política claro, Amílcar Campos e Isabel Meirelles (com dois éles)? Quem escolhe estes desconhecidos como opositores de um homem como Isaltino está no mínimo a substimá-lo e não deveria admirar-se dos resultados. Já o rapazola jovem Perestrello (também com dois éles – que coincidência!) é cara conhecida – ou deverei dizer promovida – num qualquer programa televisisvo de debate político. Não sei como se chama o programa, mas já vi duas ou três vezes e repugna-me o ar enfatuado, convencido – uma pseudo superioridade baseada, [...]



Progresso autárquico

Sun, 11 Oct 2009 05:00:16 GMT

(image)

Foto: Queluz 2009

 

Hoje vai a votos

  • o expoente máximo do planeamento e da organização;
  • a beleza das cidades, limpas, sem graffiti  e sem cocó de cão;
  • o equilíbrio entre dormitório, escritório e local pleno de vida;
  • a medida certa de urbanismo e de paisagem natural.

Hoje vai a votos a razão de pagarmos IMI, IMT,  derrama, imposto de selo, imposto único de circulação, taxa da água, taxa de saneamento, tudo na módica quantia média de 235 euros anuais (como eu gostava de ser mediano!). Assim vale a pena.




Reflectir em quê? Perder mais um dia da nossa vida

Sat, 10 Oct 2009 21:39:52 GMT

a pensar no quão desastroso é o Poder Local?O quanto ele tem sido o responsável pela ruína de um país que tinha regiões bem características, deixando que dele se fizesse um manto de retalhos, feio, porco e mau para se viver?

Ainda me lembro como eram as freguesias em redor antes desta ascenção de patos bravos de que fala o Miguel. A minha vila natal era uma coisa linda de se ver , não muito diferente disto. Os empreiteiros, com o imprescindível apoio desse famoso Poder Local tornaram-na quase irreconhecível. Oiço muitos lamentos daqueles que a conheceram como era antes. Falar da " proximidade " das populações só pode, mesmo, ser brincadeira.




Fujam!

Fri, 09 Oct 2009 21:58:01 GMT

(image)

 

Ricardo Araújo Pereira: Defina a Justiça numa palavra.

Marinho Pinto: Numa palavra? Fujam!

Gato Fedorento, 9 Outubro 2009




Está tudo louco?

Fri, 09 Oct 2009 18:23:51 GMT

5 Outubro 2009

 

Barack Obama cancels meeting with Dalai Lama 'to keep China happy'

President Barack Obama has refused to meet the Dalai Lama in Washington this week in a move to curry favour with the Chinese. ...

 

9 Outubro 2009

 

Obama wins Nobel Peace Prize

Barack Obama on Friday received the Nobel peace prize just 263 days after taking office, triggering praise and incredulity across the world ...

 

Talvez faça algum sentido o que este gajo diz?

 

Este post foi publicado primeiro aqui (só em inglês).




Unrealpolitik

Fri, 09 Oct 2009 14:22:49 GMT

  (image)

 

Estava-se mesmo a ver. O Nobel da Paz foi atribuído a Barack Obama, confirmando a intensa campanha de relações públicas teleguiada a partir das agências da especialidade norte-americanas. Diálogo, "abertura de espírito", tiradas evocadoras de horizontes sem fim, eis a receita para a rápida confecção de um bolo de milhões, concedido a um homem que "não faz mal a uma mosca". Obama sucede ao também risonho sr. Carter como presidente premiado e todos devem ainda recordar o capital de "esperança, responsabilidade e pacifismo" simbolizado pelo produtor de amendoins.

 

Continua a guerra no Iraque, recrudesce a acção taliban no Afeganistão, Ahmadinedjad está mais desafiador que nunca, a Coreia do Norte anuncia o lançamento de mísseis de longo alcance, o Médio Oriente continua igual a si próprio, etc. Desde a sua eleição à presidência a actual  administração norte-americana não conseguiu qualquer acordo formal e muito menos um tratado que se veja. Ao fim de menos de um ano de presença na Casa Branca e sem nada de relevante ter acontecido - a não ser a "esperança"  e a "era de responsabilidade"-,  atribui-se um Nobel, da mesma forma que outrora foram galardoados homens com um longo currículo de luta e sofrimento pessoal. Recordemos as décadas de abnegação protagonizadas por um Ramos Horta, Ximenes Belo ou Willy Brandt e facilmente faremos a destrinça.

 

Tal como aqui dizíamos, tudo muito politicamente correcto e previsível.





Votar no Porto

Thu, 08 Oct 2009 18:18:49 GMT

Rui Rio não é homem de erguer monumentos ao betão armado, nem de rasgar avenidas, ou fazer rotundas e fontes luminosas. Aliás, nada disso foi preciso para se sentir diferenças visíveis na revitalização da Baixa e um regresso da procura de habitação no centro da cidade. A Sociedade de Requalificação Urbana e sua estrutura descentralizada, despartidarizada e autónoma tem feito o seu trabalho com parcos recursos. Mas, tem-no feito.
 
Rio também não é homem dos conluios e consensos provincianos que se fazem sentir até mesmo na capital do País. É um homem que encarna o espírito da Invicta no que toca a rigor nas contas e ao amor à liberdade.
 
Está longe de ser um homem e presidente perfeito. A câmara ainda tem muito trabalho para fazer, sobretudo na desburocratização de processos, na requalificação da zona histórica, na captação de investimentos e no relacionamento com algumas forças vivas da cidade.
 
Os seus opositores, em especial o PS e a sua candidata, pretendem retomar a política de mumificação da zona histórica e seu consequente esvaziamento populacional que tanto mal já fez no passado. Gozam com sua sobranceria elitista com a nova vida que a Baixa tem, pois na verdade detestam a população mais popular do Porto - a qual pelo visto lhes recusa votos - e têm pena de não haver mais feiras populares para transferir para a Circunvalação, de não poderem... transferir o Bolhão talvez para a "zona industrial" e transformar a Avenida num recinto de festejos das vitórias do FCP, desde que não haja barracas de farturas, que horror!, que pelos vistos chocam os apuradíssimos gostos estéticos manifestados no desagrado pelas festas de Carnaval que tiveram lugar na avenida - afinal os museus não costumam ter barraquinhas.
 
Passados cerca de oito anos, as más políticas dos mandatos PS ainda fazem sentir seus efeitos, tendo estado em equação a demolição dos mamarrachos que foram então erguidos, sendo estas inviabilizadas pelos elevados custos que acarretariam. Isto para não falar nas obras deficientemente concretizadas, cujas empreitadas sabe Deus como foram adjudicadas, em variadas zonas do centro da cidade.
 
Para que não voltemos para trás, não hesito em apelar ao voto dos portuenses em Rui Rio.



O futuro orweliano dos povos da Federação Europeia

Thu, 08 Oct 2009 17:40:48 GMT

A glimpse on EU people’s Orwellian future

European illuminati illuminated unelected leaders are already preparing some goodies for their serfs citizens. ...

 

Nota: Para quem não lê inglês, no final do post existe um linque para um elucidativo artigo do Público sobre o mesmo assunto.

 




Nobel da Economia: Previsões

Thu, 08 Oct 2009 12:16:56 GMT

Eugene Fama 2/1

Paul Romer 4/1

Ernst Fehr 6/1

Kenneth R. French 6/1

William Nordhaus 6/1

 

Se o favorito vencer (via Greg Mankiw), adivinho reacções muito interessantes nalguns blogues escritos por economistas. A propósito, recomendo este texto de Eugene Fama:

 

The general message bears repeating. Even when there are lots of idle workers, government bailouts and stimulus plans are not likely to add to employment. The reason is that bailouts and stimulus plans must be financed. The additional government debt means that existing current resources just move from one use to another, from private investment to government investment or from investment to consumption, with no effect on total current resources in the system or on total employment. And stimulus plans only enhance future incomes when they move current resources from less productive private uses to more productive government uses - a daunting challenge, to say the least.

 

Independentemente de se concordar com tudo o que Fama diz ou, especialmente, com a teoria que lhe deu fama, uma coisa é certa: a vitória de Fama seria, certamente, uma vitória contra o keynesianismo que invadiu o debate público em certos sectores. E isso só podia ser uma coisa boa, certo?




Basta falar dois minutos com uma pessoa

Wed, 07 Oct 2009 23:44:48 GMT

das que, geograficamente, me estão próximas, para deitar as mãos à cabeça. Arrepiante. Vestiram a camisola que lhes deram há já mais de trinta anos, e não olham para ver se, entretanto, ela deixou de lhes servir. Adoptaram-na " para a vida e para a morte ", e pronto. Sem sentido crítico, aceitam tudo o que lhes dizem aqueles que lhe deram a dita camisola. E, claro, que estes esfregam as mãos de contentes... Só precisam de arranjar quem se preste ao serviço, pouco abonatório, de manter o povo sereno...; e, pelo meio, vão ameaçando: " se despires a camisola que te demos, estás desgraçado; nós somos o dono do terreiro, e retiramos-te o tapete".




" são precisas novas ideias e novas tomadas de posição ",

Tue, 06 Oct 2009 23:16:18 GMT

diz o Daniel, para fazer frente a esta praga que empesta o país. Penso que o remédio está aqui ( trata-se, ainda, de uma tentativa de esboço ): aproximar mais o poder local das pessoas - o Municipalismo.




O intriguista habitual

Tue, 06 Oct 2009 18:47:06 GMT

     Mário Soares esteve ontem no Gato Fedorento e teve uma prestação bastante positiva, dizendo exactamente aquilo que todos queremos ouvir: "esta república é óptima e recomenda-se".    É de facto magnífica para Mário Soares e para tantas outras figuras que fizeram de Portugal aquilo que hoje é, ou seja, um sítio onde impera a ruína económica, o descalabro financeiro, uma justiça esmagada por interesses corporativos, uma inexistente educação, uma classe política profundamente envolvida em controversos casos de corrupção e finalmente, o país com as mais gritantes e vergonhosas desigualdades sociais. É esta a sua excelsa república.   Em tom de desabafo, Mário Soares - que ao contrário daquilo que afirmou a Ricardo Araújo Pereira, gosta de uma boa intriga palaciana -, comparou Portugal e Espanha declarando que "em Portugal raramente ocorrem tragédias, exceptuando as naturais. O nosso registo é outro, quase sempre a comédia".    O ex-deputado, ex-ministro e ex-presidente sabe do que fala, até porque foi sempre um dos principais elencos da companhia cuja actuação o país inteiro rejeita, como os 40% de abstencionistas demonstraram em forte pateada.   Apesar de o seu colega Cavaco o deixar "num estado de grande perplexidade", Soares esqueceu-se de um importante detalhe: a Espanha é uma Monarquia.   [...]



E agora, folheado que está o capítulo das Legislativas ( 3 )

Tue, 06 Oct 2009 11:45:19 GMT

E último. Porque, quando olho à minha volta, vejo tanta lama, tanta chantagem descarada, pessoas que se vendem por um prato de lentilhas, que a única coisa que tenho para dizer é que tenho vergonha de viver neste país.




99 anos

Mon, 05 Oct 2009 19:43:21 GMT

   -Não tenho por hábito discutir República ou Monarquia, mas sou adepto de regimes presidenciais, executivos sem poder legislativo e parlamentos fortes. Observando com atenção o golpe de 1910, percebendo quem foram os seus autores, chego à conclusão que entre eles estavam alguns canalhas da pior espécie que este país já viu nascer. Nada há para celebrar a 5 de Outubro...




O 5 de Outubro de 2009: Um discurso diferente

Mon, 05 Oct 2009 15:31:30 GMT

Aqui.

 

Desculpem não re-publicar aqui no Novo Rumo, mas esta re-publicação levaria muito tempo e daria um trabalhão. Uf!




" Foi Chão que Deu Uvas "

Mon, 05 Oct 2009 15:28:17 GMT

Auto-estima? Orgulho Nacional?

     Hoje mesmo me dizia António de Almeida que pouco se fala no Tratado de Zamora, ao que só soube responder que um povo que não " ouve " o seu passado...

Vive-se, ninguém o nega, uma " cultura do vazio ", em que não há lugar para nos determos um pouco no país que já fomos, e que esta gente que agora nos governa tudo faz para que esqueçamos. Concordo totalmente com o que diz Vasco Graça Moura, quando vê " nesta baixa  auto-estima nacional uma consequência directa do « divórcio dos portugueses em relação a realidades como a sua língua e o património ». Para o poeta e ensaísta, « enquanto não houver políticas de educação mais exigentes, o país não tem saída". "Portugal está cada vez mais transformado num país de analfabetos em relação ao seu próprio país. Acho lamentável que tudo isto se passe assim, com a literatura transformada numa espécie de papel higiénico e os próprios políticos a correr atrás da primeira moda com que se lhes acene ».

 

Também aqui, a começar por aqui, aliás, é urgente mudarmos de rumo. Essa a primeira obrigação de quem dirige um país: a educação, e todos nós veremos que temos muitas razões para ter uma auto-estima alta - sendo que a condição primeira é que os politiqueiros que temos, campeões da corrupção, a quem só interessa o bem estar próprio, sem que em nada lhes interesse o bem-estar, visto como um todo, da Nação,  passem a ser políticos, nos quais nos possamos rever, sem termos de passar pela vergonha que nos infligem diariamente.

 

Assim, como estamos, não há auto-estima que aguente.

 




" Já que não tivemos oportunidade de manifestar a nossa posição..."

Sun, 04 Oct 2009 21:38:54 GMT

Chego aqui via O Insurgente, e depois roubo este discurso

 

 

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ao Direito de Opinião. Só uma imaginação muito, mas muito grande, pensará o Presidente Checo um Eurocéptico; a questão agora é: será que os " democratas " o não vão obrigar a mudar de posição?




Continuar?

Sun, 04 Oct 2009 21:30:03 GMT

Ainda há gente dentro do PSD que não percebeu o que é que se passou no passado dia 27. Para quem ainda não percebeu, Manuela Ferreira Leite deixou de ser líder do PSD nessa mesma noite. Ponto. Pode levar mais ou menos dias a sair, mas a sua liderança ficou irremediavelmente compremetida. Só uma liderança muito trapalhona perde umas eleições para este PS, ainda mais nas circunstâncias sociais, económicas e até políticas.

Ver figuras destacadas do partido defenderem a continuidade de Manuela Ferreira Leite, é como dizer que se vai para Londres no Titanic. Ninguém leva a sério.




É esta noite! Cais de Belém, 22.00H

Sun, 04 Oct 2009 15:27:56 GMT

 (image)

 

A Armada não conseguiu disponibilizar-nos o cruzador Rainha D. Amélia para a festa de desagravo da golpada subversiva do 5 de Outubro de 1910. Assim sendo, hoje embarcaremos no S. Jorge pelas 22.00h e navegaremos Tejo acima, para à meia noite irmos ao Terreiro do Paço. Estão previstas algumas surpresas de que o país inteiro tomará conhecimento.

Não faltes nesta hora tão importante para a nossa Causa. Passa a palavra, mobiliza os amigos e irmãos!


Esta  noite, todos de azul e branco, por Portugal!

 

Local de embarque: Cais de Belém


Entrada: 20 coroas, com direito a 2 bebidas e cocktail de boas vindas!


Festa pela noite fora. 

Tel. 91 6869146  /  21 3428115